A Forbes divulgou nesta segunda-feira (27/07/2015), na data do primeiro aniversário da #Internet.org, uma novidade anunciada por seu diretor Zuckerberg, para os operadores de seu serviço internet.org. Eles poderão aproveitar vantagens dadas a operadores móveis iniciantes. A pretensão dos diretores é trazer mais operadores móveis para os serviços de acesso móvel gratuito.

A internet.org é um serviço que permite o acesso móvel gratuito a uma seleção de serviços da WEB em mercados emergentes. O estudo já foi objeto de um acordo entre a presidente Dilma e o diretor da grande rede social. O serviço é considerado como um “empurrão” para trazer mais operadores móveis para o projeto.

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O trabalho do Facebook não parou no simples incentivo, chamada e oferta de vantagens. Ele foi estendido com a criação de um portal dedicado que oferece um recurso “to-go” para operadores que desejam se afiliar à rede e oferecer serviços à taxa zero.

Segundo declarações dos seus técnicos, no segundo ano é chegada a hora de incentivar uma escalada na oferta de serviços básicos gratuitos. O trabalho destes profissionais teve como objetivo permitir que qualquer operador móvel se ligue à grande rede em novos países. A troca de experiências em parcerias é incentivada como forma de permitir que seja desenvolvida a captação das pessoas “desconectadas” oferecendo serviços a custo zero.

O serviço que atua na África e nos diferentes continentes, com parcerias no Paquistão, Índia e Indonésia, se expande para qualquer operador, não importa onde ele esteja.

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No Brasil, o projeto é conflitante com o marco regulador da internet. O acordo efetuado entre Zuckerberg e a presidente Dilma acabou por favorecer o Facebook. Este é um cuidado que os operadores interessados deverão tomar: verificar se as diferentes legislações locais permitem essa situação, que atinge os princípios de neutralidade da rede.

Para operadores é importante destacar que, apesar de vantajosa, é necessário levantar questões éticas e legais, advindas do fato de permitir que serviços gratuitos oferecidos na rede beneficiem apenas determinadas empresas. Além disso, é preciso analisar a legislação local, ainda que na rede não existem fronteiras físicas.