Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, anunciou na sua página pessoal, nesta segunda-feira (5), um projeto que vai levar #Internet via satélite para regiões da África Subsariana. Para conseguir realizar a transmissão, a rede social fez parceria com a Eutelsat, empresa francesa especializada em telecomunicações. O objetivo do projeto é atender comunidades isoladas que não são cobertas por vias de #Comunicação terrestres.

Para viabilizar o método de transmissão, as empresas fecharam acordo com a operadora de satélite israelense SpaceCom. Juntas, elas estão construindo o AMOS-6, satélite que deve ser lançado no segundo semestre de 2016 para botar o projeto em prática.

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Segundo Zuckerberg, já faz um ano que o Facebook estuda novas tecnologias e métodos de usar o “espaço” como forma de fornecimento de internet. Para ele, o modelo tradicional é insuficiente para cobrir diversas áreas do mundo.

O projeto anunciado faz parte do Internet.Org, uma iniciativa com o objetivo de conectar diversas partes do mundo que não tem acesso à rede. O serviço funciona como um aplicativo móvel que fornece acesso gratuito a conteúdos determinados. Por oferecer conteúdo restritivo, o projeto vem sendo alvo de críticas por diversos países. O argumento é que, além de ser uma competição injusta, o Facebook ainda pode filtrar a informação oferecida ao público.

Dentre os países da América do Sul, o Brasil e a Colômbia já fecharam parceria com a rede social para aderir a Internet.Org.

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Desde janeiro, a operadora móvel colombiana Tigo oferece acesso gratuito a 14 serviços e aplicativo. Ao todo, a Tigo possui 8 milhões de usuários no país.

Já no Brasil, Mark Zuckerberg se reuniu com a presidente Dilma Roussef em abril desse ano e fechou acordo para ampliar a conexão gratuita no país. O projeto piloto vai acontecer na favela de Heliópolis, em São Paulo. A previsão é que 200 mil moradores da comunidade tenham acesso gratuito a Wi-Fi até o mês de novembro.

 Além do uso de satélites, o Facebook também tem um projeto que conta com drones para garantir o acesso à web. Um aparelho já foi criado no Reino Unido e se chama “Aquila”. O drone é feito de fibras de carbono, possui asas com envergadura similar a um Boeing 737 e pesa menos de 450 quilos. #Inovação