"Não calem o #WhatsApp' esse é o slogan da Associação Proteste que defende a liberdade de uso, de como usar o Wathsapp sem restrições, mas existe risco de novo bloqueio do aplicativo.

Para quem fez o download do Whatsapp e usa com frequência no dia-a-dia isso pode ser um verdadeiro caos, devido a grande dependência dos usuários. não só no uso pessoal mas também como nos negócios.

Desta vez quem quer discutir o bloqueio do Whatsapp no Brasil é a CPI dos Crimes Cibernéticos. O uso do aplicativo para cometer crimes como pedofilia, trafico de drogas, prostituição, são assuntos que vem sendo debatidos na comissão que investiga esses crimes praticados usando esse tipo de tecnologia, e que inclui ainda o Viber e Facebook Messenger, pela facilidade de se baixar o Whatsapp.

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Em reunião nesta quinta-feira (17) os deputados que compõem a comissão debateram o assunto, eles querem mais colaboração por parte da empresa Facebook que detém os direitos do aplicativos, mas são unânimes em propor soluções que não tragam prejuízos aos usuários que fizeram o download do aplicativo e sabe como funciona o Wathsapp fazendo dele uma ferramenta de trabalho e interação.

A CPI, que foi prorrogada por mais 60 dias, quer que as empresas obtenham uma forma  armazenar dados dos usuários para serem usados em investigações de crimes que vem sendo praticados usando o aplicativo do Wathsapp, em apreensões de celulares de posse de criminosos foram encontradas nos aparelhos conversas pelo aplicativo envolvendo crimes como pedofilia, trafico de drogas e órgãos humanos, prostituição, associação para o crime, formação de quadrilha, entre outros.

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A deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO) afirma que a CPI não tem a intenção de restringir a liberdade dos brasileiros, mas sim de aumentar a segurança.

A grande controvérsia é devido às empresas não manterem em seus servidores as conversas entre usuários, dificultando a colaboração com investigações, a única maneira de ser obter essas conversas é no próprio aparelho do usuário.

A associação Proteste encabeça uma campanha de nome "Não calem o Wathsapp" onde pede assinaturas virtuais na luta contra as operadoras de telefonia interessadas no fim do aplicativo, sob a alegação do Whatsapp fazer "comunicação usando serviço de voz", o que implicaria no fato da empresa estar irregular no mercado e que esta modalidade de comunicação tem que ser regulamentada de acordo com a lei. Será entregue em breve um documento à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) embasando juridicamente o questionamento das operadoras.

Mark Zuckerberg dono do Whatsapp publicou nota em sua pagina no Facebook criticando as ações na Justiça Brasileira contra o aplicativo, Mark Khan representante do Whatsapp no Brasil para questões jurídicas, explica que o aplicativo não foi desenvolvido com a função das mensagens ficarem armazenadas, para que o aplicativo se tornasse mais rápido, e que uma vez enviadas vão direto do #Celular de quem envia para o celular da pessoa que a recebe e que isso traz rapidez e eficiência no seu uso, e reitera a informação de que, a única forma de acessar as mensagens é de posse dos celulares de onde elas foram emitidas ou recebidas.

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Mark disse ainda que quando são detectados ou são informados de números de celulares envolvidos no mau uso do aplicativo, para prática de crimes por exemplo,  os usuários são banidos pela empresa, informa também que a empresa mantém um canal de comunicação efetivo para atender autoridades em situações de emergência.

Flávia Lefévre da Associação Proteste, defende a teoria de que o serviço de voz do aplicativo é usado por intermédio de pacotes de dados e não da rede de celular do usuário, e sim por meio da Internet.

Vale lembrar que o Whatsap para pc ainda não esta disponível. #Android