O mundo estava à espera de um iPhone que fosse um pouco mais acessível do que os últimos lançamentos da empresa, que parece não ter mais fôlego para continuar à frente da concorrência, e nem ter inspiração para lançar um aparelho inovador,. Mas o que podemos esperar do novo iPhone SE?

Este novo modelo terá uma tela menor e desempenho quase igual ao iPhone 6S, ou seja, só vai comprar este novo modelo quem ainda não tem um smartphone da #Apple, do contrário, não há motivo para abandonar o antigo e ir para este novo lançamento.

O chassi do iPhone SE é em metal, assim como era no iPhone 5S, só que o poder de processamento é semelhante ao do iPhone 6S.

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Outra novidade apresentada pela empresa foi uma versão menor do iPad Pro, com apenas 9,7 polegadas, também uma forma da empresa contornar a crise.

Também chamou a atenção do público a nova atualização do sistema operacional, o iOS 9.3 que traz mudanças significativas, mas nada também que justifique uma atualização imediata.

O iPhone SE, com tela de 4 polegadas, conta com processador A9, o mesmo que é encontrado no iPhone 6 e no 6S, além do M9, processador de movimentos. É um smartphone top de linha, que se iguala ao lançamento do ano passado, mas não coloca a Apple à frente da concorrência.

A câmera traseira do novo iPhone oferece resolução de 12 megapixels, o que pode-se considerar muito pouco se lembrarmos que a do Moto G 3ª Geração é de 13 megapixels e este é um modelo intermediário.

Greg Joswiak, vice-presidente da Apple, não tinha muito o que falar para justificar a compra do novo modelo, mas garantiu que este consegue acessar a #Internet com até 50% mais velocidade que o 5S.

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Para o consumidor brasileiro, a melhor novidade mesmo está é no preço. Lá nos Estados Unidos o iPhone SE com 16GB de espaço interno custará US$ 400 e o modelo de 64GB de espaço terá um preço de US$ 500.

Se você está pensando em comprar um, é melhor ter paciência. Dia 31 de março já estará disponível para o consumidor americano e outros países começarão a recebê-lo somente no mês de maio, porém a Apple não citou o Brasil nesta lista. #Desenvolvimento Tecnológico