A história por detrás das instituições financeiras em nível global vai muito além dos mecanismos operacionais e seus modelos de aplicações mais básicos e tradicionais, ou mesmo dos paradigmas que circundam a forma como essas corporações operam há séculos e que levam muitos a pensar sobre as origens que garantem tais recursos e os limites reais de solvência. Conspirações à parte, o fato é que as inovações incrementais já não são mais suficientes para garantir o longo sucesso competitivo de tais organizações como outrora, não apenas porque o nível de competitividade de mercado está cada vez mais agressivo e dinâmico. Vai muito além de uma gestão estratégica de custos ou de estratégias mistas e sistemas de precificações dinâmicas.

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Já se foi o tempo em que as empresas, de um modo geral, podiam prever com certo grau de certeza um desempenho adequado através da escolha de uma determinada estratégia para competir. Os gestores selecionavam uma ou mais estratégias, aplicavam-nas e controlavam os resultados obtidos, ajustando-os conforme necessidades e comportamentos dos mercados. Para certos setores da atividade econômica, as pressões externas a partir dos anos 1970 foram menos impactantes internamente para empresas que não tinham muitos concorrentes, pois o poderio financeiro e as barreiras de entrada exercidas por tais competidores diminuíam os impactos de um mercado feroz, veloz e dinâmico que exigia mudanças e adaptações constantes.

Mas parece que não há mais tempo para postergar a #Inovação desruptiva que se aflora e permeia todos os setores de atividade econômica, locais e globais.

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Seja um mercado mais aberto, seja um mercado mais fechado, a mudança precisa ser incorporada para qualquer espécie de gestão e de organização. Agora, chegou a vez das instituições financeiras - os bancos ainda estão resistentes - que vislumbraram uma forma totalmente inovadora de oferecer produtos e serviços a um mercado cada vez mais exigente e conectado com as mais novas tecnologias móveis. É o caso dos bancos virtuais Intermedium e Original. Sim, são bancos 100% digitais e que possuem uma linha completa de produtos e serviços idênticos aos encontrados em bancos tradicionais.

Abrir uma conta corrente nunca foi tão fácil se comparada a forma tradicional que exige diversos documentos e comprovantes. A conta corrente digital também exige a apresentação de documentos básicos como de identificação e renda, por exemplo. Mas o processo é muito mais rápido e prático, pois tudo pode ser apresentado e enviado através da internet. Após os batimentos de informações necessários, o banco habilita a conta do cliente e este pode realizar diversos serviços e adquirir múltiplos produtos de seu interesse com taxas mais atrativas de mercado, além de obter maior praticidade e segurança em suas operações diárias.

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Nada de andar com dinheiro em espécie para lá e para cá: basta um smartphone e um cartão de crédito.

Com relação aos custos de operações, isso difere de um banco para outro. O futuro cliente precisa considerar algumas variáveis antes de optar por este ou àquele. Algo importante para se considerar é a solvência do banco. Fique atento aos custos e as alavancagens! #Tendências #Desenvolvimento Tecnológico