Tim Cook, atual presidente-executivo da #Apple Inc., considera uma possível queda nos preços praticados sobre o iPhone. O preço do aparelho ao redor do mundo sofre altas taxas de câmbio e ainda recebe uma enorme carga de impostos, tendo seu valor quase que dobrado, no Brasil, por exemplo. Atualmente, detém o título de iPhone mais caro do mundo segundo uma pesquisa realizada pelo Banco Alemão Deutsche Bank, com valor de US$ 931, enquanto nos Estados Unidos o aparelho custa em torno dos US$ 600.

O último balanço da Apple revelou que as vendas do aparelho tiveram uma queda de 16%, no último trimestre, o que resultou numa perda de mercado para aparelhos com o sistema Android da concorrente Google, e analistas prevêem uma queda ainda maior nas vendas ao longo do ano.

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Sob a pressão dos números, Cook admitiu em entrevista a uma emissora indiana, que reconhece o preço exorbitante do aparelho e que esse pode ser um dos motivos para a crescente queda das vendas, o que faz o presidente-executivo repensar a filosofia da empresa.

Esse novo quadro dos smartphones, faz com que a empresa comece a buscar formas para diminuir a queda das vendas e ainda abrir certa competitividade de mercado com as demais fabricantes, em suma, significa que podemos ver uma queda nos preços dos aparelhos da 'Maçã'. Cook admitiu que o preço do iPhone na Índia é caro e declarou que a empresa considera a redução desse valor, onde o mesmo tem seu valor na casa dos US$700 - e aqui eu comento: se 700 dólares é caro, o iPhone brasileiro seria o quê? - nas palavras de Cook: "Eu reconheço que os preços são elevados.

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Queremos fazer os preços menores ao longo do tempo na medida do possível".

Essa mudança de opinião tem um princípio lógico, o mercado de smartphones está parando de crescer de forma generalizada, e apenas mercados como China e Índia, representam potencial de vendas. Porém, a China dificulta a entrada de tecnologia ocidental para aumentar o desenvolvimento tecnológico interno, e a Índia ainda tem certas barreiras de suporte, já que alguns serviços não estão disponíveis no país, o que torna certos aparelhos como o iPhone dispensáveis.

Vale ressaltar que Tim Cook ainda está em viagem ao oriente, o que, na opinião majoritária da mídia especializada, trata-se de uma tentativa de resgatar mercado. #Negócios