Uma notícia alarmante divulgada pelo site TecMundo está deixando os usuários do aplicativo de conversação instantânea, o #WhatsApp, desesperados. De acordo com o portal, após diversos bloqueios e restrições que o aplicativo tem sofrido no Brasil, o Ministério Público Federal (MPF) não quer saber mais de dar moleza para seus criadores e representantes. O MPF decidiu que o app pode ter presença "inadequada no Brasil". A informação foi dada por meio de uma nota do próprio site do Ministério Público.

Os usuários do aplicativo não estão nem um pouco felizes. Após diversos bloqueios, muitos estão dizendo que a Justiça está sabotando o Brasil, pois o app é usado muitas vezes para realizar transações financeiras, fechar negócios e até mesmo salvar vidas.

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"Imagina se eu estiver morrendo e apenas com o Whats aberto. Quem vai me indenizar pelo bloqueio", escreveu um dos usuários do aplicativo na notícia divulgada pelo site.

Bloqueio caro e confusão na criptografia

O dono do Whatsapp, que é o Facebook, disse que teve prejuízo de R$ 38 milhões com os bloqueios do aplicativo no Brasil. Os diversos juizes que mandaram que ele fosse retirado do ar alegam que a criptografia ponta-a-ponta usada pelo "Whats" é inútil, pois não é possível ter acesso às mensagens dos usuários.

Por conta dos descumprimentos, Diego Dzodan, vice-presidente LATAM da rede social, chegou a ser preso pelo descumprimento das regras da Justiça brasileira.

O Ministério Público alega ainda que por conta de as conversas terem se tornado impossíveis de serem acessadas há uma brecha para ações criminosas.

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O MPF relata ainda que esse comportamento dos empresários fere gravemente o Marco Civil da #Internet. Por isso, é preciso que elas sejam punidas.

O MPF está recebendo apoio de outros Ministérios Públicos Estaduais para que consigam um novo bloqueio do Whatsapp. Se nada mudar, é possível que o aplicativo seja até mesmo banido do país.

"Uma vez que essas empresas se negam a cumprir as normas brasileiras, fica configurada a inadequação do serviço por elas prestado no País", alerta a nota enviada pelo MPF à imprensa. #Curiosidades