Com toda a tecnologia do século XXI disponível, é óbvio que as pessoas acabem se adaptando com as facilidades proporcionadas por aparelhos modernos, softwares e aplicativos em dispositivos móveis, celulares e outras inovações, os quais são utilizados diariamente e de forma automática, sem que a sociedade se dê conta dessas benesses. Isso até se perder a possibilidade de acesso às invenções modernas, como, por exemplo, está para acontecer novamente, pela 3.ª vez no Brasil, com o aplicativo de  troca de mensagens, #WhatsApp, que sofrerá bloqueio em todo o país conforme imposição da Justiça.

Toda a confusão em torno do tema está sendo provocada, uma vez que Daniela Barbosa Assunção de Souza, que é juíza do segmento de fiscalização da denominada Vara de Execuções Penais do Rio, vem demandando ao Facebook (proprietário do WhatsApp), que possa canalizar todas as mensagens, antecedendo ao tratamento das mesmas pela criptografia ou codificação, o que por si só beneficia a Justiça no impedimento de que marginais se comuniquem secretamente, sem que informações importantes sobre planos de delitos diversos fiquem alheias a vigilância das autoridades competentes.

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Em entrevista dada ao canal de televisão GloboNews, Daniela Barbosa reiterou que, se o Facebook não tiver a competência no cumprimento de sua determinação jurídica, o mesmo estará proibido uma vez por todas de atuar em território brasileiro. A rede televisiva revelou ainda que as operadoras de telecomunicações foram avisadas no término do período da manhã desta terça-feira, 19 de julho. Caso haja o descumprimento da ordem da juíza, a penalidade financeira a ser aplicada pela justiça é de 50 mil reais diários.

HISTÓRICO DOS BLOQUEIOS:

Houve um bloqueio semelhante ao aplicativo no mês de dezembro de 2015, também por determinação judicial, o que afetou inclusive pessoas que se utilizavam do WhatsApp em países vizinhos, como o Chile e a Argentina, e só retornou ao funcionamento normal depois da apresentação de liminar na esfera jurídica.

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O 2º bloqueio havia ocorrido recentemente, em maio deste ano, quando o acesso ao aplicativo só foi restabelecido por meio de ação semelhante com a apresentação de outra liminar judicial. Todos as proibições até agora são em decorrência da impossibilidade de acesso por parte da justiça e órgãos com poder de polícia sobre as mensagens efetuadas entre os criminosos estabelecidos de forma organizada nas suas práticas de delito. #Crime #Desenvolvimento Tecnológico