Para quem imaginava que o cenário do Apocalipse era algo presente somente na Bíblia ou ainda que cenas de ficção-científica, como, por exemplo, de robôs aliados ou inimigos da humanidade, pertenciam aos filmes como Robocop, todos estavam redondamente enganados. Tanto é assim que o russo Igor Denisov, que é o atual líder do chamado Fundo de Pesquisa Avançada do seu país e também o inventor de um novo robô militar russo, concedeu uma importante entrevista à agência de notícias Sputnik Internacional, onde acabou falando sobre determinados detalhes da tecnologia dessa evolução em robótica. 

O robô destinado a ações de guerra e até de enfrentamento urbano foi batizado de Nerekhta-2, estando armado com vasta munição de combate e tendo a aptidão para poder enfrentar destrutivamente inimigos muito mais fortes e robustos do que ele próprio.

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Todo esse #Desenvolvimento Tecnológico foi conseguido, conforme explicado por Denisov, sobre a anterior plataforma experimental do 1º protótipo do Nerekhta.   

O cientista russo está programando poder exibir os reais atributos bélicos de Nerekhta-2 até o final do ano de 2016, em um local previamente preparado para tal demonstração. O que mais impressiona é que o robô, além do poder destrutivo e de combate que já possui, deverá ter acoplada mais uma arma que poderá ser usada contra os inimigos aéreos, tendo ainda essa 2ª versão, outros elementos automáticos adicionais a sua estrutura, ou seja, o Nerekhta-2, obrigatoriamente será utilizado como mais uma arma nos equipamentos dos combatentes em um futuro bem próximo. 

O robô “soldado” da Rússia possui um importante sistema de controle e manuseio, o qual é invisível em relação aos seus inimigos em potencial no campo de batalha.

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O aparato tecnológico para fins militares e de defesa, será útil no que diz respeito às melhorias constantes do ser humano em situações reais de conflito, pois, devido à fragilidade do organismo humano, se torna inviável que os soldados de carne e osso não contem com a proteção do que está sendo classificado de armadura complementar. 

Justamente por esse motivo, principalmente, que o Nerekhta-2 assume o aspecto de um vaso de guerra que consegue caminhar. Enfim, é como se o tanque fosse o antigo Sancho Pança do clássico da literatura espanhola, que carregava as armas para Dom Quixote, no caso dos russos, para o soldado do mundo moderno. 

Denisov fala que o robô não será controlado por meio de telas, mas sim através de gestos e vozes dos soldados, que terão o apoio no combate por parte da máquina, que deve ser rápida, forte para transportar as armas, ser responsável por se comunicar, calcular as distâncias nos campos de batalha e optar por qual será o próximo a ser atacado. 

Neste exato momento, o Fundo de Pesquisa Avançada da Rússia, desde o ano de 2012, vem estimulando o desenvolvimento em tecnologia para os militares e governo russo, com mais de 50 projetos sendo desenvolvidos simultaneamente em laboratórios nos principais centros acadêmicos e institutos de ciência situados naquele país.

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#Europa #Guerra Civil