As maiores empresas aéreas em operação no Brasil, Gol, Azul e Latam anunciaram a proibição do embarque em seus voos do #Galaxy Note 7 da #Samsung. Em notas, as companhias explicam que a decisão foi tomada após os recentes incidentes com o smartphone, que sofreram combustão da sua bateria de lítio. A proibição no embarque com o aparelho é sobre qualquer circunstância, seja como bagagem de mão, bagagem despachada, junto ao passageiro ou carga área.

As empresas afirmam que tomaram essa medida pensando na segurança dos seus voos e dos passageiros, e seguindo orientação dos órgãos de aviação, principalmente os norte-americanos especialistas em segurança área.

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O recall anunciado pela empresa recolheu mais de 2,5 milhões de aparelhos no mundo todo.

Empresas aéreas australianas como a Qantar, Jetstar e Virgin Australia já haviam proibido o embarque com este smartphone desde setembro, após o início do #recall.

Incidente a bordo

Um smartphone entrou em combustão no bolso de um passageiro da Southwest Airlines que estava pronto para decolar do aeroporto de Louisville, no Kentucky, para Baltimore em Maryland (EUA) em 05 de outubro. O proprietário do aparelho jogou-o no chão, no qual acabou queimando o carpete do avião. A aeronave foi evacuada e a decolagem foi suspensa.

Segundo o dono do Galaxy Note 7, o aparelho tinha sido comprado em 21 de setembro e tinha símbolo da bateria da cor verde, como corresponde os aparelhos em comercialização após a revisão da Samsung.

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Após alguns incidentes, o governo dos Estados Unidos passou a considerar crime federal o embarque com o aparelho.

Recall Global

A empresa sul-coreana suspendeu a fabricação do smartphone em outubro, após relatos dos usuários de explosões, principalmente quando o aparelho estava sendo carregado na tomada. O recolhimento dos aparelhos ocorreu em 10 países, onde já haviam sido comercializados 2,5 milhões de unidades, para averiguação e investigação dos casos de explosões das baterias do smartphone.

A agência de notícias Yonhap, que veiculou a informação, afirma que a decisão foi tomada por autoridades de proteção ao consumidor da Coreia do Sul, China e Estados Unidos.