Imagine marcar encontro com alguém através de um aplicativo e ganhar um dinheiro extra. O "Ohlala" é um aplicativo que promete revolucionar o mercado e já vem criando muita polêmica por possibilitar que as mulheres cobrem para encontrar as pessoas que têm interesse em conhecê-las. O aplicativo não é novo, foi lançado o ano passado em Berlim, mas só agora está fazendo sucesso.

O Ohlala já está disponível em várias cidades alemãs e já chegou em Nova Iorque, nos Estados Unidos, onde foi muito bem recebido, apesar das críticas de alguns. Aqui no Brasil ainda não há previsão de lançamento, mas tem muitas mulheres ansiosas para usá-lo.

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O aplicativo funciona assim: o usuário, seja homem ou mulher, informa quanto está disposto a pagar por um encontro e quanto tempo deseja ficar com a mulher. As usuários interessadas na proposta terão 21 minutos para tentarem fechar negociar com a pessoa interessada.

Importante ressaltar que nem sempre o encontro envolve #sexo. Alguns homens pagam as mulheres apenas para irem a um restaurante jantar, ou ir a um evento empresarial, ou simplesmente ir de companhia ao cinema para ver um bom filme. Tudo é combinado com antecedência.

Para os críticos, esse aplicativo servirá apenas para facilitar a prostituição e já o apelidaram de "Uber das garotas de programa". Mas a criadora do APP, a alemã Pia Poppenreiter, disse que essa é uma nova opção para encontros, onde as mulheres podem cobrar pelo "serviço" que nem sempre envolve sexo.

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Ela explica que o "Ohalala" não é um aplicativo para quem deseja encontrar o grande amor de sua vida e sim para aqueles que buscam diversão ou uma boa conversa. Seja como for, o aplicativo tanto pode ser usado por mulheres interessadas em fazer novas amizades, como também por garotas de programa.

Usuários dos sistemas operacionais Android e iOS, onde o aplicativo funciona, já podem baixar e começar a usá-lo. É muito importante ficar atento aos encontros marcados e sempre escolher locais públicos, para não correr risco de ser assaltado ou sofrer alguma violência física. #Internet #Tecnologia