Você não sabia, mas o Brasil possui muito mais que as 4 operadoras convencionais de #Celular. A Anatel, há alguns anos, liberou o que já é muito comum em outros países europeus e nos Estados Unidos, o #MVNO ou (Mobile Virtual Network Operator) operadora de celular virtual. Nos Estados Unidos, por exemplo o Google é uma MVNO. Na Inglaterra, a gigante Virgin. Entre outros exemplos.

E os #Correios vão entrar nessa! Na realidade, o sonho da empresa vem desde 2014, quando solicitou e foi autorizada pela Anatel a operar sob regime virtual sua rede de celular. Mas isso até então não tinha saído do papel.

Agora, como se trata de uma rede virtual, a implantação é muito rápida e será feita por uma empresa chamada Surf Telecom, que também tem a mesma licença dos Correios e opera sua rede de MVNO sob a operação da TIM.

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Numa pesquisa pré-operação, os Correios identificaram que preço e confiabilidade são os dois quesitos mais criticados pelos usuários. Os correios, como uma das entidades mais confiáveis do país por vários anos (juntamente com os Bombeiros), sabe que deve apostar na clareza e simplicidade de seus planos, além de preços mais baixos que os praticados. "Confiabilidade já possuímos", garante a gerente do projeto Ara Minassian.

Os correios lançaram planos simples e claros, com foco total no público das classes C e D. Mas o fato é que para competir com gigantes já consolidados. a empresa deverá vir revolucionando a forma com que se vende serviços de telefonia móvel.

Os Correios também apostam em sua capilaridade de mais de 12 mil agências para vender "chips", recargas e prestar serviços de pós-venda.

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Inicialmente a oferta deverá estar focada em planos pré-pagos com franquias de internet e isenções para navegação em aplicativos sociais e redes do Governo. A ideia é iniciar a venda em sua própria rede de lojas dos Correios e posteriormente ampliar para a rede de varejo e outros canais convencionais de venda de chips, assim como fazem as outras operadoras.

O fato é que concorrência acirrada é , no mínimo, expectativa de redução de preços, uma vez que para melhorar a qualidade das operadoras seria algo mais profundo. Quem sabe essa seja a solução para as comunicações no Brasil?