Na última sexta-feira, 13, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto #Kassab, anunciou o fim da internet ilimitada. Governo e operadoras já estão trabalhando para que, a partir do 2º semestre, aquilo que conhecemos como Banda Larga Fixa Ilimitada seja extinta e passem a limitar o acesso de seus clientes, da mesma forma como funciona hoje a telefonia móvel.

Ao que parece, os brasileiros podem dar adeus as séries da Netflix e aos jogos online, também aos seus canais favoritos do YouTube, vídeos do Vimeo, etc. Tudo indica que parece ser isso que o cidadão brasileiro poderá esperar. Segundo entrevista do último dia 10, concedida ao Poder 360, Kassab afirma que "o governo sempre estará trabalhando para beneficiar o usuário, mas precisa ter um ponto de equilíbrio entre as partes, pois as empresas têm os seus limites".

Publicidade
Publicidade

O Ministro disse ainda que "nós vamos, no momento certo, deixar o serviço com maior elasticidade possível". E complementa que "o problema é o ponto de equilíbrio".

Revolta

As afirmações do governo sobre o tema tem provocado revolta na #Internet. No dia do anúncio, foi o assunto mais comentado na web. Muitos usuários das redes sociais criticaram com veemência o Governo Temer, e deixaram registrado seu sentimento de revolta. O usuário @LEN comentou: "Tiraram Dilma para limitar sua internet, sucatear a saúde e educação, congelar salários e você morrer antes de se aposentar".

"Primeiro a gente tira a Dilma, depois tira a saúde, a educação, o direito de se aposentar e o acesso à informação!", afirmou também @Luzbertolle.

Abaixo-assinados

Quando a população ficou sabendo sobre os limites de dados nos respectivos pacotes de internet, na semana passada começou uma intensa manifestação nas redes sociais contra os limites propostos pelo Governo e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Publicidade

Chegou a se falar em impeachment da Anatel, que é a responsável pelos serviços de telecomunicações no país.

Será que iremos retroceder? Enquanto isso, seguimos em frente. #Michel Temer