A consolidação do mercado digital de streaming de #Música é nítido e nesse ano deve "abocanhar" uma receita ainda maior da indústria musical - que hoje ocupa cerca de 10% do lucro das gravadoras. #spotify, Deezer, Tidal, Apple Music, Rdio e outras plataformas têm muita coisa comum. Confira os prós e contras!

Prós:

1 - É mais barato

Com um preço que gira em torno de R$ 16,90, valor inferior à media de custo de um CD, você tem acesso à praticamente toda discografia de seus artistas favoritos e ainda a chance de, semanalmente, conhecer novos nas opções "lançamentos", que é atualizada às sextas-feiras nas plataformas.

2 - Portátil

Muito mais fácil carregar suas músicas favoritas dentro de seu próprio aparelho celular, por exemplo, do que andar por aí com pilhas de caixas de acrílico onde ficam os CD's.

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3 - Acesso mais rápido

Esqueça sair de casa e ir vasculhar a prateleiras das lojas atrás do lançamento de sua banda favorita, que nem sempre são bem distribuídos corretamente no dia marcado. Com a plataforma de streaming, você confere o álbum com a distância de alguns cliques.

4 - É legal

Sem peso na consciência ou cometimento de crime: o streaming é um método legal de consumir obra autoral dos artistas e se difere da prática ilegal de download, que se difundiu no mundo em meados dos anos 2000. Os artistas são remunerados por cada streaming que você faz, ainda mais se você optar pela opção premium (paga) das plataformas.

5 - Não gasta dados de sua conexão

Algumas plataformas, como a Deezer, possuem parceria com operadora de telefonia móvel e não cobra pelos dados utilizados durante o streaming.

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As demais você pode optar por ser assinante e baixar as músicas, dentro dos aplicativos, para ouvir posteriormente sem precisar fazer uso dos dados de telefonia móvel.

Contras:

1 - Remunera pouco os artistas

A remuneração dos artistas é muito baixa, principalmente se você for usuário da versão gratuita. Geralmente, não chegam perto de pagar os custos dos artistas para gravação e mixagens das músicas. É que o valor recebido pelas gravadoras, vindo das plataformas de streamings, além de baixo, é retido em parte pela própria gravadora e o restante distribuído entre artistas, produtores, compositores etc.

Pensa que isso não pode te atingir como usuário? Pois bem, seus artistas favoritos podem ficar cada mais desestimulados em custear novos lançamentos para você escutar.

2 - Pressiona os artistas a lançarem single em vez de álbum

Nada de "play" no álbum. A versão de escutar um disco em algumas dessas plataformas é em ordem aleatória da faixas, em sua maioria, eliminando o trabalho dos músicos em criarem um trabalho com início, meio e fim coerentes.

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Não é difícil perceber que muitos lançamentos na plataformas são de singles, faixas únicas que não acompanham um álbum, no lugar das saudosas dúzias de canções.

3 - Sem acesso à arte gráfica e dados sobre as músicas

Diferente dos encartes dos discos, agora o usuário tem apenas uma capa para ilustrar graficamente o trabalho dos músicos. É que as plataformas de streamings não dão espaço para as sessões de fotos que costumam acompanhar as obras novas dos artistas e também não trazem informações sobre a produção ou composição da canção.

4 - Disponibilidade do catálogo imprevisível

Não é incomum que obras dos artistas "sumam" das plataformas. Ou os artistas se voltam contra as plataformas, como Taylor Swift e Adele, ou a finalização de alguns contratos com selos da indústria faz com que alguns álbuns, antes disponíveis, simplesmente "sumam" do catálogo.

5 - Te faz refém!

Eis o principal problema: não existe qualquer espécie de "portabilidade". Quando você é usuário de uma plataforma e cria nela suas playlists ou baixa os álbuns favoritos para ouvir off-line, caso queria experimentar a concorrência, terá que fazer tudo novamente na nova plataforma em que for usuário. #Tecnologia