As grandes produtoras de cinema sempre aguçaram a imaginação das pessoas com os diversos filmes lançados, com temáticas variadas acerca de eventos cataclísmicos, que seriam capazes de extinguir a vida na Terra. Buscando faturar com o medo e chamar a atenção de todos, a indústria dos filmes de ficção traz muitos detalhes verídicos para os perigos que rondam o espaço e a possibilidade real de uma colisão de asteroide, que dependendo de sua intensidade, poderia ser fatal.

O medo por uma possível queda sempre incentivou cientistas a buscarem meios para evitar catástrofes, mas a verdade é que após a queda do meteoroide na cidade russa de Chelyabinsk, em 2013, o assuntou voltou à tona mais forte do que nunca.

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Buscar maneiras eficazes de defender o nosso planeta, caso algum objeto espacial ainda maior entrar em rota de colisão e, assim, ameaçar todo o ciclo de vida da Terra, se tornou algo essencial no meio científico.

O Instituto de Estudos do Espaço da Catalunha resolveu buscar alternativas viáveis para este problema e concluiu que, por mais impensável que pareça, seria possível fazer uso de projéteis para alterar a órbita de diversos objetos que se aproximassem demais da atmosfera, assim evitando possíveis colisões.

A grande questão é que desviar um corpo celeste não é uma tarefa das mais simples, para que um projétil cinético (que não utiliza explosivos) seja capaz de desviar o asteroide de maneira segura, seria necessário que a estrutura em seu interior, suas composições além de outras propriedades físicas fossem favoráveis à estrutura lançada.

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Estados Unidos já desenvolvem estratégia contra asteroides

A maior potência do mundo, que conta com uma das agências espaciais mais modernas, também está desenvolvendo projetos de defesa contra objetos espaciais perigosos.

Recentemente foi divulgado um plano criado pelo governo norte-americano que visa a cooperação mútua de diversos países, para facilitar as detecções. Sendo assim, possíveis situações críticas envolvendo asteroides ou qualquer corpo celeste que possa ameaçar a vida na Terra seriam mais fáceis de serem evitadas. #Ciência #Astronomia