O #Snapchat vem perdendo espaço para seu principal concorrente e “clone”, o Stories do #Instagram. A queda acentuada nas postagens do app está entre 15% e 40% diárias. Os dados apurados são da TechCrunch, que analisa através de uma reportagem a expansão do Instagram frente ao Snapchat, que criou as postagens fantasmas, que desaparecem em 24 horas do feed do aplicativo.

Criado em julho de 2001 pelos estudantes da Stanford, Evan Spiegel, Bobby Murphy e Reggie Brown, o Snapchat Stories foi lançado em novembro de 2015. Sendo copiado em agosto do ano passado por seu maior rival, o Instagram, comprado pelo Facebook em 2012.

Em visualizações de vídeos, a queda está em média entre 20% e 30%, dados do último semestre de 2016.

Publicidade
Publicidade

O Snapchat possui cerca de 158 milhões de usuários totais, o Instagram Stories possui 8 milhões a menos em seis meses com essa funcionalidade no aplicativo de fotos que totaliza mais de 600 milhões de usuários. Uma queda houve também no número de downloads do Snapchat, que passou do terceiro lugar de mais baixado no ranking anual para décimo primeiro.

Ressuscitando o fantasma

Para superar o prejuízo estimado em US$ 500 milhões, a Snap, que controla o aplicativo Snapchat, pretende lançar uma oferta pública de ações, o IPO, na bolsa de valores eletrônica NASDAQ, e esperam arrecadar mais de US$ 4 bilhões e atingir um valor de mercado até US$ 25 bilhões. O #Facebook, quando colocou sua oferta no mercado, obteve US$ 16 bilhões em 2012, atualmente, a rede social está avaliada em US$ 377 bilhões, e já ofereceu US$ 3 bilhões antes de clona-la e lançar o Stories no Instagram.

Publicidade

Em comunicado para o lançamento do IPO, a Snap: “Acreditamos que reinventar a câmera representa a nossa maior oportunidade de melhorar a maneira como as pessoas vivem e se comunicam”. Sobre a estratégia a partir do IPO: “Investir em inovação de produtos e assumir riscos para melhorar a plataforma de câmera. Fazemos isso em um esforço para impulsionar o engajamento do usuário para podermos, então, monetizar através da publicidade”, diz a nota.