Após citar que acredita que vivemos em uma simulação, tal qual a trilogia Matrix já nos apresentou, Elon Musk afirmou, nesta segunda-feira (27), que pretende conectar o cérebro humano à softwares. Essa conexão possibilitaria conversarmos com as máquinas e até mesmo termos mais "memória interna".

Sabemos o quanto a inteligência artificial está avançando e logo estaremos mais habituados com ela em nosso dia a dia, mas a declaração do bilionário vai além. Não é novidade, mas o impacto é maior vindo de uma das maiores referências de empreendedorismo tecnológico.

Ele já havia dito que ciborgues se juntarão aos humanos (ou vice-versa) daqui a 200 anos.

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Nessa mesma linha de raciocínio, a empresa Raytheon está em fase teste de um exoesqueleto que possibilita um humano a ter forças nunca antes vistas. Inicialmente, este protótipo está sendo feito para o exército americano, que teriam vantagens em confrontos em zonas de guerra. É um futuro tecnológico que víamos apenas em filmes, mas está se tornando cada vez mais uma realidade próxima de ser alcançada.

Substituição de membros e aprimoramento humano

Uma operação feita na Universidade de Viena, pelo cirurgião Oskar Aszmann, sinaliza a junção das máquinas aos humanos. Um paciente, que não possuía mais movimentos em sua mão, teve a mesma substituída por uma mão biônica. A funcionalidade é a mesma: ao pensar em fazer o movimento com a mão, esta responde e atende ao desejo. Ou seja, faz a mesma função que uma mão natural.

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O futurólogo e físico Michio Kaku diz que essa prática não irá demorar e veremos com frequência dentro de 10 a 20 anos. Porém, isso geraria uma separação na humanidade? Pessoas com maior poder econômico fazendo melhorias em seu corpo como visão, velocidade, inteligência e as pessoas sem acesso a este tipo de #Tecnologia? Qual seria o impacto social?

Não há certeza de que o mundo terá todas essas revoluções, que todos esses protótipos darão certo, mas é fato que os avanços tecnológicos mudarão a forma em que vivemos já nos próximos 10 anos, quiçá nos próximos 20. #Elon Musk #Ciência