Em Mechelen, uma empresa de software especializada em marketing digital causou impacto midiático ao implantar um microchip de identificação em 7 de seus 12 funcionários. A ideia surgiu dos empregados, que perdiam seus cartões de acesso à porta. De acordo com o fundador da NewFusion, Vincent Nys, o dispositivo não pode rastrear ninguém, pois não tem sistema de localização. Nys disse ainda que o aparelho pode ser removido com facilidade por um profissional e que esta é apenas uma maneira simples de ter acesso ao computador ou abrir as portas. "É voluntário”, explicou Tim Pauwels, sócio-diretor da NewFusion.

O chip é inserido na mão, entre o indicador e o polegar.

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Os que optarem por não aderir ao chip podem usar o cartão comum. Segundo Pauwels, alguns funcionários usam um anel ou bracelete com a mesma #Tecnologia. Tom, um dos empregados da agência, recusou-se a usar o dispositivo e diz que prefere continuar utilizando o cartão. “Não me convence”, esclarece.

Tecnologia RDFI

O aparelho possui tecnologia de identificação por radiofrequência (RFDI) e uma memória de 868 bytes. A tecnologia RDFI pode ser ativa, quando emite sinais rastreáveis, ou passiva, como a que implantaram em um grupo de servidores da NewFusion. Na China, o chip é vendido por cerca de 20 centavos de euro a unidade. No entanto, os aparelhos escolhidos pela empresa são fabricados nos Estados Unidos, custam 100 euros e vêm com um set de instalação esterilizado. O implante é feito com uma seringa.

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A pessoa sente uma pequena dor, em seguida a dor desaparece e fica uma pequena marca. Em alguns casos, é possível perceber o implante sob a pele.

Possibilidades para o futuro

É possível idealizar implantações mais avançadas para o futuro. Nos casos em que a pessoa está inconsciente e necessita de atendimento médico imediato, o dispositivo poderá conter informação sobre o tipo sanguíneo ou alergia a medicamentos. Além de outras funcionalidades, como substituir os cartões bancários, os passaportes e abonos de transporte. #2017 #Microchip