Conhecida por ser uma das maiores e mais inovadoras marcas do mundo, a #Google inova mais uma vez com o #youtube e anuncia um serviço de assinatura de TV. O serviço virá para competir com as redes de TV a cabo dos EUA.

A revolução da comunicação

Anunciado na última terça-feira (28), em evento no estúdio do YouTube em Los Angeles, o #Youtube TV contará com mais de 40 canais, entre eles ABC, Fox, ESPN e vários outros grandes já conhecidos mundialmente. Além disso, os usuários da plataforma terão à disposição um recurso que permitirá gravar e armazenar as programações. De acordo com Christian Oestlien, diretor de gerenciamento de produtos do YouTube, o serviço tem o objetivo de ser "uma TV ao vivo projetada para a geração do YouTube", dando aos usuários a possibilidade de assistir o que quiserem, quando e como eles quiserem.

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Para alguns, muito provavelmente o serviço será considerado o melhor dos dois mundos.

Embora não tenha uma data exata de lançamento definida, o serviço deve ser lançado durante a primavera americana, nas aplicações do YouTube para Smart TVs e dispositivos móveis.

Expansão do serviço e desafios

De acordo com o time do YouTube, inicialmente o serviço estará disponível somente nos EUA, e não há previsão de expandir para outras localidades. Ainda assim, se considerarmos que, atualmente, boa parte dos serviços nasce nas terra do Tio Sam e, posteriormente, é disponibilizado para o resto do mundo, é só uma questão de tempo até que o serviço seja disponibilizado em outros locais.

Sem dúvidas, o grande desafio do YouTube será lidar com questões de infraestrutura e estabilidade de conexão nas diversas localidades para onde pode expandir futuramente.

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Dado o formato ao vivo ao qual se propõem, é essencial que estejam preparados para lidar com os riscos que este formato gera. No Brasil, por exemplo, o serviço de internet é conhecido por ser um dos piores e mais caros do mundo, mas o país é também um dos grandes consumidores de conteúdo online, como YouTube e Netflix.

A briga com as empresas de TV por assinatura será feia! E quem ganha somos nós, consumidores, que veremos ambos os lados correndo para entregar o melhor serviço e atrair o maior número de usuários.

Será o início da revolução sobre como consumimos conteúdo?