Brasil. Do fim do século XX até o presente momento, houve um aumento de 93% na produção de artigos científicos somado aos investimentos em ciência e tecnologia que de R$ 15 bilhões, em 2000, aumentou para mais de R$ 75 bilhões em 2014, a fim de viabilizar o avanço tecnológico no país. Um dos grandes passos para esse avanço foi o desenvolvimento de satélites de sensoriamento remoto em 2014 para monitorar o meio ambiente as variações naturais, como desastres e o avanço da agricultura extensiva. O Instituto Nacional de Pesquisas espaciais (INPE) junto à academia chinesa de tecnologia espacial (CAST) fizeram um acordo para o desenvolvimento tecnológico dos satélites com verba, principalmente, da academia chinesa somada à tecnologia brasileira e lançaram o dispositivo em em maio de 2017 na órbita espacial.

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Com os avanços na tecnologia, principalmente digita, o país passa por uma transição tecnológica com o desligamento do sinal analógico e a imposição do sinal digital para todo o território nacional até 2018, possibilitando o aumento na velocidade das transmissões em 60%. "O trabalho realizado traz um ganho para toda a sociedade brasileira. Cada um tem cumprido a expectativa da sociedade de ter um sistema de telecomunicações avançado.", disse o ministro Kassab de ciência e tecnologia na terça-feira (25).

O desafio agora é expandir e aproveitar as reservas naturais que o país tem com a intenção de promover maior qualidade de vida à população e buscar um país mais desenvolvido na área tecnológica. A questão do desenvolvimento científico no país depende inteiramente dos investimentos de empresas privadas ou mesmo do governo federal, pois a nação possui uma das maiores reservas de nióbio (liga metálica usada na produção de turbinas de aeronave) do mundo além, também, da maior reserva de grafeno do planeta, composto inteiramente composto por moléculas de carbono em uma fina camada, sendo considerado o produto da revolução tecnológica moderna por sua transparência, capacidade de impulso elétrico, maleabilidade e resistência.

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“Sua aplicação vai de coisas muito simples a extremamente complexas. “Com o grafeno, temos oportunidade de desenvolver essa tecnologia desde o início. A União Europeia está investida um bilhão de euros nessa pesquisa”, disse Antônio Hélio físico especialista em grafeno a uma visita ao centro especializado em nanotecnologia de Minas Gerais. #tecnologiabrasileira