O CEO e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, está apostando alto na tecnologia de óculos de realidade virtual e aumentada. Ele anunciou essa semana que esses serão os novos dispositivos essenciais no dia a dia, substituindo os #smartphones como queridinhos do público.

Para estar à frente no desenvolvimento dessa novidade, a empresa bilionária comprou em 2014 a Oculus, responsável pelo gadget de realidade virtual Rift, que agora realiza pesquisas para criar um aparelho confortável e funcional, e ao que parece eles estão bem perto disso.

Segundo o pesquisador-chefe da Oculus, Michael Abrash, daqui há apenas cinco anos, os óculos de realidade aumentada irão começar a substituir os smartphones nas tarefas diárias e estarão presentes em todo lugar.

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Rumo ao futuro

Para o pesquisador da Oculus, em 2022 a realidade aumentada terá seu "momento Macintosh", essa frase é refente ao ano de 1984, em que a Apple lançou seu computador doméstico que revolucionou a indústria de informática.

Para Abrash, em cinco anos estaremos no inicio da rampa que levará ao domínio dos óculos sobre os smartphones. Contudo, ainda assim, demorará mais 20 ou 30 anos para que a tecnologia alcance todo o seu potencial, assim como levou anos para que os computadores pudessem evoluir para o que são hoje.

Ele afirma que, no futuro, "em vez de carregarmos smartphones estilosos para todo lugar, nós estaremos usando óculos estilosos", que "vão oferecer realidade aumentada, realidade virtual e tudo que há entre os dois, e vamos usá-los o dia todo".

Corrida tecnológica

Apesar do #Facebook parecer muito avançado e otimista sobre o futuro, tendo até feito uma demonstração da sua tecnologia de realidade virtual, seus concorrentes também já estão bem adiantados no ramo dos óculos.

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A Microsoft, empresa responsável pelo Windows, lançou recentemente seu visor HoloLens, que mostra através de suas lentes imagens e informações em 3D, que podem ser manipuladas através de gestos no ar. O intuito é que sejam realizadas as mesmas operações de um computador comum, porém, o aparelho ainda está restrito apenas aos desenvolvedores de aplicativos.

Outro conceito que já foi desenvolvido, e muito comentado, foi o Google Glass, óculos digital da gigante de buscas, que apesar da boa intenção, não foi um grande sucesso, devido ao preço alto, limitações técnicas e dúvidas sobre questões de privacidade.

Agora nos resta aguardar ansiosamente esses cinco anos, para saber se a previsão do Facebook irá se concretizar e se veremos a tecnologia dar mais um salto em direção à evolução, onde não teremos mais a informação ao alcance das mãos, mas sim, à altura dos olhos.