Após o Google adquirir a empresa Android Inc., em 17 de agosto de 2005, ocorreram muitas especulações de que o gigante da tecnologia pretendia entrar no mercado dos dispositivos móveis, fato concretizado com o lançamento do finado HTC Dream em 2008.

Anos mais tarde, o #Google realizou parcerias com diversas empresas, como a Samsung, LG e Asus, para que o #Android pudesse rodar nos seus smartphones. Isso foi um verdadeiro sucesso, pois como o Android é uma versão do Linux para mobile, não houve custos com licença de software.

Por conta disso, em comparação com os aparelhos da Apple, por exemplo, os smartphones com o sistema Android tinham um menor custo e foram facilmente comercializados para pessoas com baixa renda.

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O sucesso foi tamanho que nem mesmo a Microsoft, ao lançar o Windows Phone, conseguiu enfrentar o robozinho mais querido do mundo.

E o sucesso do Android parou não por aí!

Segundo dados do StatCounter, em março de 2017, o robozinho arrancou em disparada para ultrapassar o sistema da Microsoft na quantidade de usuários que acessam a internet por plataforma.

Embora a diferença seja pequena (37,93% para o Android e 37,91% para o #windows), verificamos que o Windows está em queda desde 2011, enquanto o Android não para de ganhar usuários.

Por que esse fenômeno está acontecendo?

Em meados dos anos 2000, ao entrar para o mercado dos smartphones, Steve Jobs disse que os dispositivos móveis iriam superar os PCs e que seria um caminho sem volta. De fato, hoje usamos o celular para tudo: pagar as contas via internet banking, jogar, conversar com as pessoas através do WhatsApp, Telegram, Viber, Skype, entre outros aplicativos.

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Isso, além de assistir vídeos no YouTube e no Netflix, tirar fotos, gravar vídeos e compartilhar tudo isso nas redes sociais.

Não há como negar que o mundo é digital! Tanto que a internet e a inteligência artificial já são reais e ainda estamos engatinhando. A única coisa que Steve Jobs (o “Maomé da Tecnologia”) não conseguiu prever é que o domínio do mercado não seria da Apple, mas do Google.