Como se não bastasse a comparação das forças armadas dos Estados Unidos e Coreia do Norte, que segundo alguns parecem dois cães raivosos prontos a se estraçalhar, surge mais um capítulo na difícil relação entre os dois países. No final da semana passada, centenas de milhares de computadores espalhados pelos quatro cantos do mundo, inclusive aqui mesmo no Brasil, sofreram um #Ataque cibernético por um vírus batizado com o nome de “#WannaCry, comprometendo o funcionamento de repartições em diferentes governos, empresas, hospitais, entre outros locais. Mas alguém poderia perguntar: qual a correlação desse assunto com o quase conflito nuclear da #Coreia do Norte, do presidente Kim Jong-un, e os EUA, do republicano Donald Trump?

Por mais teoria da conspiração que possa parecer a ideia, surge a hipótese que a praga virtual criada do WannaCry foi praticada por hackers que possuem ligações muito íntimas com a pequena, mas não menos falada nos últimos meses, Coreia do Norte.

O assunto toma corpo a cada hora que passa, principalmente depois que o famoso jornal “Daily Mail” publicou um artigo dizendo que analistas de sistemas da companhia multinacional de origem norte-americana, Symantec, e também da empresa da Rússia, a Kaspersky Lab, avaliaram em conjunto que muito provavelmente nos bastidores dessa investida cibernética em caráter global pode haver a participação direta de um grupo de hackers conhecido como “Lazarus”.

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O Lazarus é o principal suspeito de, no ano de 2016, ter furtado uma grande soma em dinheiro do Banco Central pertencente a Bangladesh. As denúncias contra o grupo não param por aí, uma vez que há ainda um indício claro que o grupo tenha atacado, em 2014, os estúdios gigantes da Sony.

Para relembrar o que ocorreu em relação ao ataque massivo e muito rápido do vírus WannaCry no âmbito cibernético, tudo teve início na sexta-feira, 12 de maio deste ano, quando, como que por efeito cascata, os portais, sites e funcionalidades sistêmicas ficaram desabilitados.

Em alusão ao ocorrido, o “Financial Times” revelou que os piratas da rede virtual se utilizaram de uma espécie mutante do programa letal feito pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos. Para simplificar, o “eternal blue” como é denominado a ferramenta que cuida dos serviços que dizem respeito à segurança foi “enxertado” com o tal WannaCry, que nada mais é do que um programa chantagista.

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Vale frisar que, por sua vez, Rob Wainwright, diretor da Europol, veio a público dizer que a avalanche sem precedentes desse ataque virtual comprometeu mais de 150 nações distintas, atrapalhando a vida de um número superior a 200 mil usuários da rede