O tão querido pela grande maioria dos brasileiros, o #WhatsApp, vem perdendo espaço na telinha dos smartphones nos últimos meses, é o que aponta uma pesquisa feita pela MobileTime. A versatilidade do aplicativo é inegável por sua simplicidade e eficácia quando se trata de comunicação rápida e direta, qualquer pessoa que gosta de se comunicar usa o aplicativo durante horas no decorrer do dia e, inevitavelmente, ele se tornou a principal ferramenta de mensagens da atualidade, mas não é a única.

Uma pesquisa realizada pela Panorama Mobile Time aponta que nos últimos 2 anos a porcentagem de usuários que tinham como dominância em sua Home Screen o Whatsapp era de 83,2% e, de lá para cá, chegou a bater 66%; a pesquisa foi realizada com 1.904 usuários brasileiros.

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Apesar da queda de 17 pontos percentuais nos últimos anos, o aplicativo ainda bate o topo do ranking mundial e continua sendo, na opinião da maioria, a melhor escolha da categoria.

Mas esse pequeno balanço no gigantesco Whatsapp fez com que outras plataformas como Facebook, Instagram e Facebook Messenger fizessem melhorias consideráveis em seus aplicativos, adicionando novas funcionalidades e melhorando a estrutura, decisões que trouxeram bons frutos para todos eles que, de maneira geral, tiveram um crescimento exponencial nos últimos 6 meses. De acordo com pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, até o outubro de #2017, o número de smartphones no Brasil chegará 208 milhões de aparelhos. A pesquisa ainda aponta que até o final do ano a quantidade de aparelhos se igualará ao número de habitantes do pais.

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O mercado de software mobile se tornou tão imponente e disputado quanto o mercado imobiliário, sendo a tela dos telefones o espaço a ser conquistado, e tal disputa leva empresas de #Tecnologia e desenvolvedores, como o Facebook, a se projetarem cada vez mais adiante, cada vez mais proporcionando ao usuário um produto melhor e mais funcional, pois é assim que se move o mercado capitalista através dos anos, revolução após revolução, fazendo disputas cada vez mais acirradas em busca de alcançar o objetivo, o consumidor.

Estes dados mostram apenas o amadurecimento do mercado brasileiro, que começa a se desprender de marcas e dar oportunidades de conhecer o que o novo tem a oferecer, isso abrirá portas para novas ideias e obrigará as antigas a buscarem cada vez mais melhorar seus produtos, para se manterem ativos e competitivos no mercado tecnológico.