Quem diria que Steve Jobs, com toda a sua inovação e modernidade, iria parar no museu? Uma exposição no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, conta toda a história do fundador da Apple e traz para o público todos os seus sonhos que deram certo e até os poucos que viraram pesadelo.

A influência de Steve Jobs na sociedade atual é tão grande que ele pode ser comparado a grandes inventores como Thomas Edison e Henry Ford. Além de criar a ideia de um computador pessoal há mais de 40 anos, o fundador da #Apple revolucionou o mercado da música digital com o iTunes e transformou o celular em um objeto de desejo muito maior que um simples telefone.

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Com o #iPhone é possível levar no bolso toda a informação e tecnologia do século 21.

A exposição, como é possível ver no vídeo em VR abaixo, é composta por mais de 200 objetos, incluindo pôsteres, filmes, matérias jornalísticas e produtos que mostram a forma como pensava o gênio da Apple. A mostra é dividida em seis partes, cada uma correspondente a uma área de interesse de Jobs: Espiritualidade, Inovação, Competição, Fracasso, Negócios e Sonho.

Espiritualidade traz uma trilha sonora dos anos 1970, bem hippie, além dos livros esotéricos favoritos de Jobs. Inovação apresenta, obviamente, os produtos revolucionários lançados pela Apple. Já Competição mostra uma série de polêmicas em que Jobs se envolveu com colegas do mundo da tecnologia, como Bill Gates, seu principal adversário. Fracasso mostra os problemas que Jobs teve dentro da Apple, que levaram a sua própria demissão.

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Negócios traz o faro que ele tinha para produtos que seriam devorados pelo público. Sonho apresenta aspirações de Jobs em relação ao futuro da Apple.

A peça mais rara da exposição é o Apple 1, lançado em 1976. Outro destaque é o Lisa, de 1983, o primeiro computador pessoal a ter mouse e interface gráfica.

Perfeccionista e obcecado, ele chegou a ser demitido da Apple por ter colocado no mercado um produto bom demais para a época, o Next. Mas você acha que ele se aposentou, mesmo com todo o dinheiro do mundo? Claro que não: comprou a divisão de efeitos especiais de George Lucas, que havia criado Guerra nas Estrelas, e montou o estúdio de animação Pixar, que produziu Toy Story e outros grandes sucessos.

Steve Jobs voltou para a Apple e lançou o iPhone e iPad, tornando a Apple a marca mais valiosa do mundo: mais de US$ 150 bilhões. Um pouco dessa revolução chegou ao fim quando Steve Jobs morreu, em 2011, aos 56 anos. Veja o vídeo da exposição:

Serviço

Evento: "Steve Jobs, o visionário"

Quando: até 20 de agosto

Horário: das 11h às 20h (de terça a sexta), 10 às 21h (sábados) e 10h às 19h (domingos)

Onde: Museu da Imagem e do Som. Avenida Europa, 158 - Jardim Europa, em São Paulo.

Quanto: de R$ 5 a R$ 18 #SteveJobs