Hoje, 12 de setembro, é o dia mais esperados entre fãs de tecnologia e principalmente do #iPhone, a data na qual o mundo tecnológico paralisa suas atividades por um curto tempo para ver as novidades que a Apple tem a mostrar. A surpresa do evento já tinha sido estragada depois de vários furos recentes sobre as prováveis complicações do Iphone X [VIDEO], o smartphone da Apple agora com design novo sem bordas laterias.

É isso mesmo que você leu, parece um pouco contraditório, mas o analista Ming-Chi Kuo explica que ao optar por um display OLED, ficou refém da norte coreana. Deste modo limitará suas funcionalidades como o TouchID e possivelmente terá um acréscimo no valor final do smartphone.

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A tela é a causadora

Não é difícil de compreender a questão do valor. O display do iPhone X trará um painel curvado e sensível ao toque, um módulo do 3D Touch. De acordo com o estudo, a #Samsung terá responsabilidade por todos esses elementos, exceto o módulo 3D Touch. Por ser a empresa exclusivamente preparada para fornecer nessa grande escala, ela pode pedir a mais pelo seu serviço. Conforme avaliado, cada item OLED custará aproximadamente 130 dólares, enquanto um display LCD vale aproximadamente 50 dólares, o que facilita entender o porquê de o preço final do do dispositivo estar calculado na faixa de mil dólares.

A outra questão é o recurso Touch ID, um sensor biométrico existente nos novos modelos da fabricante. Visto que a tela ocupará quase toda a parte frontal do aparelho, então o espaço destinado ao sensor foi excluído e substituído por botões virtuais e navegação por gestos.Esse contratempo teria sido solucionado se a Samsung tivesse sido capaz de desenvolver um painel OLED com a possibilidade de permanecer com um sensor biométrico que operasse abaixo da tela de forma eficaz, sendo assim, isso significa que a dona da Maçã não estava preparada para acompanhar as outras fabricantes que optaram pelo sensor na parte de trás do aparelho ou em sua lateral.

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Até mesmo a empresa norte coreana foi vítima desta adversidade. Calcula-se que tanto o modelo Galaxy S8 quanto o novo Galaxy Note 8, que estão inclusos entre os aparelhos high-end da Samsung, teriam o mesmo plano: inserir um sensor sob a tela do celular. Mas último instante a empresa concluiu de que essa não era a melhor opção com a tecnologia corrente, então optou por colocá-lo na parte de trás do celular, bem ao lado da câmera. Esse método gerou reclamações por parte dos usuários da Samsung neste ano, por acabar sujando a lente frequentemente na tentativa de desbloquear o dispositivo.

Solução

Após as avaliações, a Apple resolveu não seguir o mesmo caminho por não estar preparada , visto que qualquer alteração no posicionamento dos componentes seria necessário redesenhar o interior do smartphone [VIDEO], o que não é muito viável em questão de custo e tempo. Então, a melhor alternativa foi remover essa funcionalidade e arriscar no recurso “Face ID”, que utiliza o reconhecimento facial com tecnologia 3D para liberar o dispositivo, que, na teoria, impossibilitaria que o sensor fosse confundido por uma pessoa má intencionada usando uma imagem fotográfica.

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