Monique Evans teve uma carreira brilhante nos anos 70, nos programas Cassino do Chacrinha e Chico Anysio Show. Na segunda metade da década de 80 ela pousou várias vezes para Playboy e foi a primeira celebridade a se tornar rainha da bateria.

Foi ainda apresentadora de programas eróticos, apresentou o TV Fama na RedeTV, foi repórter do programa do Gugu no SBT e, assim como sua filha, também participou do reality show A Fazenda, ganhando o segundo lugar da terceira temporada.

Casamentos

Monique se casou pela primeira vez muito cedo, aos 19 anos, com o empresário americano Oswald Evans, que foi assassinado depois de dois anos de casamento.

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A loira ainda teve mais dois casamentos mal sucedidos com o modelo Pedro Aguinana, que foi eleito o homem mais bonito do Brasil na década de 70, e o empresário José Clarck, com quem teve sua primeira filha, Bárbara Evans, que nasceu de inseminação artificial.

Homossexualismo

Monique Evans, sempre muito polêmica, não assume sua relação homossexual com a Dj Cacá Werneck, com quem possivelmente estaria vivendo um romance há cerca de seis meses.

Apesar de não assumirem publicamente, as duas são muito elogiadas nas redes sociais e sempre postam fotos agarradinhas.

Brigas com a filha

A loira ultimamente vem sendo destaque por conta das confusões entre ela e a filha Bárbara Evans, vencedora da sexta edição do reality show A Fazenda.

As duas não assumem publicamente a briga entre elas, que gira em torno do dinheiro ganho no reality, porém Monique já foi internada várias vezes em clínicas psiquiátricas por depressão e descobriu uma doença chamada transtorno de borderline.

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A briga com a filha foi o ápice para se internar pela primeira vez. Em entrevista, a loira afirmou que tentou suicídio ao ingerir vários calmantes.

A doença de borderline

A doença de borderline consiste num transtorno de personalidade em que a pessoa vive no limite da normalidade ou em surtos psicóticos. Tem como principais sintomas: oscilação de humor, agressividade, automutilação, depressão, comportamentos suicidas, medo de abandono, entre outros.

A doença não tem cura, mas pode ser controlada por meio de medicamentos antidepressivos, estabilizadores de humor e tranquilizantes.

Conversão à religião

A modelo e apresentadora é um ícone sexual, porém quer deixar a sensualidade de lado e mostrar o seu lado evangélico. Ela, que se converteu em meados de 2005, sempre afirma ser uma mulher que segue a Bíblia e a Jesus Cristo. #Entretenimento #Famosos #Televisão