Aos 70 anos de idade, Edir Macedo já provou um pouco do gosto do sucesso com a trilogia de Nada a Perder, escrita com a ajuda do vice-presidente de jornalismo da Record, Douglas Tavolaro. Os livros foram traduzidos para várias línguas e o bispo acumulou a impressionante marca de mais de cinco milhões de cópias vendidas.

Embarcando no sucesso literário de seu dono, a Rede Record de #Televisão começará a investir na produção do #Cinema nacional. O primeiro filme será sobre o empresário e será inspirado na trilogia do líder da Igreja Universal do Reino de Deus. No ano passado, as possíveis filmagens chegaram a ficar ligadas a um empresário do mundo pornô e o nome de Wagner Moura foi cogitado como protagonista do longa.

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Sucesso nos livros agora no cinema

O sucesso de vendas da trilogia Nada a Perder fez a TV Record reativar seu departamento de produções de filmes. A emissora da Barra Funda quer levar às telonas de todo o Brasil os ensinamentos e memórias de seu mantenedor. Alexandre Avancini, que está a frente da novela Os Dez Mandamentos, fará a direção da película. A informação foi confirmada neste sábado, 21, na coluda de Lauro Jardim na Revista Veja. Segundo o jornalista, a produção do longa já está à procura de uma produtora americana para levar o projeto pela frente. A expectativa é que o público possa assistir ao filme já no fim do ano que vem.

Primeiras informações sobre o filme surgiram em 2014

As notícias sobre um possível filme de Edir Macedo começaram a surgir na imprensa no primeiro semestre de 2014.

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Na época, o colunista Daniel Castro do Notícias da TV publicou que a produção seria editada por um ex-sócio de uma revista pornô. Murray Lipnik, sócio de Oscar Maroni, chegou a confirmar que estaria a frente da biografia. Em entrevista ao jornalista, Murray confirmava que "era um sonho da Record ter como protagonista na cinebiografia o ator de Tropa de Elite Wagner Moura".

No entanto, a repercussão negativa por conta do nome de um líder de uma igreja estar aliado a um sócio de uma revista pornográfica acabou esfriando a empreitada. Uma coisa permaneceu igual entre a ideia do ano passado e a de 2015, levar pelo menos cinco milhões de pessoas às bilheterias de todo o Brasil. #Religião