A falta de qualidade nos transportes públicos do país é a causa de sérios acidentes, além do desgaste físico e emocional no qual passageiros são submetidos diariamente. Na maior cidade do país, São Paulo, usuários de transporte público enfrentam veículos públicos superlotados, utilizando de agressões para poderem entrar em metrôs e trens. Na série de reportagens 'A hora do sufoco', exibida no 'Jornal da Band', o âncora do jornalístico, Ricardo Boechat, viveu na pele o drama de muitos paulistanos. 

O episódio, que vai ao ar nesta sexta-feira (27), pela TV Bandeirantes, irá apresentar as situações vivenciadas por milhares de brasileiros, dentro do transporte público brasileiro, em trens e metrôs da grande São Paulo.

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A situação é ainda mais complicada para pessoas que estão desempregadas e precisam se deslocar usando o transporte, onde o valor da passagem chega à R$ 3,50 . O país registrou este ano, mais de 250 mil perdas de vagas de emprego só na construção civil, fato decorrente da falta de qualidade nos transportes públicos oferecidos à população.

Tópicos abordados na série

A série de reportagens irá abordar a importância do transporte alternativo. Os veículos movidos a trilhos, por exemplo, passaram a desempenhar com agilidade o deslocamento de pessoas ao trabalho, uma boa opção para que o congestinamento em horas de grande fluxo de veículos diminua. O crescimento da malha ferroviária do estado, no entanto, não vem crescendo conforme o aumento da demanda pelos transportes, o que torna o sistema praticamente incontrolável. 

O problema da falta de estrutura, muitas vezes, é acompanhado pela falta de educação das pessoas que utilizam o transporte público.

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Segundo relatou uma das passageiras da CPTM (Companhia de Trens Metropolitanos de São Paulo) 'Eles entram, parece que abriu a porteira, você vê uma boiada passando, um por cima do outro, é um grande tumulto'.

O 'Jornal da Band' apresentou cenas em que os passageiros não estavam mais suportando a superlotação, e acabavam ocasionando uma grande confusão no interior dos transportes. O programa também possibilitou que passageiros pudessem relatar seus casos, revelando que em alguns, o excessivo calor e a superlotação fazia com que muitas pessoas viessem a passar mal, a maior taxa de incidência desse tipo de caso é na parte da manhã, entre 7:00 e 9:00 horas, horário de pico nos metrôs e trens.  #Entretenimento #Televisão