A cada dia que passa um novo fato surge na investigação da morte da dançarina de funk, Amanda Bueno. As fortes imagens geradas pelo circuito interno de câmeras não conseguiu captar as revelações feitas pela jovem dias antes de sua morte. Ela havia contado ao companheiro que tinha sido condenada por tentativa de homícidio e que já tinha trabalhado dançando em boates adultas, fato desconhecido para muitos fãs da funkeira, que fez parte dos grupos Jaula das Gostosudas e Gaiola das Popozudas, o último liderado por Valesca, que hoje vive momento de ouro no cenário musical do país.

Amanda foi condenada a 8 anos de reclusão por atirar em uma colega de trabalho no final de 2007, na época que era garota de programa.

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O juiz do Ministério do Júri de Taguatinga considerou que por ela ter respondido o processo em liberdade, não havia motivo de mantê-la presa, para a surpresa e desespero da vítima Railene Pereira. O disparo do revólver de calibre 32 foi feito após uma discussão entre as duas porque, segundo Railene, a dançarina havia sujado e mexido em seu quarto dentro da boate. A vítima revelou que ficou todos esses anos com medo de que algo pudesse acontecer e questionou a impunidade no Brasil. Os advogados de defesa de Amanda Bueno ainda não se pronunciaram sobre o caso.

- Desde o dia 25 de outubro, quando levei o tiro, não teve um dia da minha vida em que não lembrei da Amanda e pedi por justiça ao me olhar no espelho.

Relembre o crime

No fim de tarde última quinta-feira, Nova Iguaçu parou com o #Crime brutal cometido por Milton Severino, o Miltinho da Van, a vítima era conhecida dos cariocas assíduos dos bailes funks da cidade, a ex-dançarina Amanda Bueno.

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A briga começou dentro de casa após a chegada de Miltinho, ele tinha ido almoçar com uma ex-namorada e a mulher enviou todas as fotos e áudios para a funkeira que estava noiva do empresário há poucos dias.

Revoltada com a situação, Amanda questionou as fotos e isso foi motivo para o início da #Violência doméstica, que começou com agressões verbais e passou para uma série de espancamentos no quintal da casa onde viviam juntos. Milton a derrubou e bateu com a cabeça da noiva repetidamente no chão, depois começou com as coronhadas e tirou as chances dela lutar pela vida com tiros de escopeta calibre 12, na cabeça.

Em depoimento, vizinhos contaram que escutaram gritos de socorro por alguns minutos, mas não puderam ajudar. O suspeito já está preso e vai aguardar o julgamento em reclusão. #Música