É possível lembrar do tempo em que ele era simplesmente Elton John. Forma de tratamento preferida pela maioria das pessoas. Mas o título não o fez perder a forma e parece que tornou seus sentimentos mais nobres.

Esta semana ele participou de uma audiencia do senado americano e, em um painel, alertou para algo que corre pelos corredores de hospitais, sobre a cura da AIDS. Fato que é do conhecimento de alguns médicos, mas que ainda é tratado de forma polêmica, como se não fosse algo que pode ser atingido, se a vontade política para tanto fosse colocada em prática.

O cantor e compositor que já enfrenta a Aids há alguns anos, afirmou que este mal pode ser erradicado de sua vida e da vida de muitas outras pessoas, desde que o governo continue a financiar a luta contra o vírus.

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O artista afirma que a epidemia não terminou, mas que há esquecimento da imprensa e de ações do governo. Ele foi convidado a falar devido ao seu prestígio público e por suas ações e luta em favor das minorias pelos senadores Lindsay Graham e Patrick Leahy.

O assunto em questão foi a audição do plano de emergencia do presidente Obama para alívio da Aids, conhecido como Pepfar que luta em benefício da vacina para HIV/AIDS e trabalha com o slogan "Imagine a world without AIDS - Imagine um mundo sem AIDS". Com maiores recursos ele poderá ser mais bem sucedido.

Ele é o tema da audição da comissão do Senado foi o Plano de Emergência do Presidente para o Alívio da Aids, também conhecida como Pepfar. Este programa é considerado o principal componente da Iniciativa de Saúde Global do presidente dos EUA.

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Ele tem como foco a melhoria da saúde das mulheres, recém-nascidos e crianças. O programa foi lançado pelo presidente George Bush, em 2003, e reforçado por seu sucessor Barack Obama

O artista falou caracterizado, vestindo os óculos de sol cor de rosa, com sua assinatura. Na presença dos congressistas ele falou: "a resistência aos medicamentos irá recrudescer e a doença, que não conhece fronteiras poderá, mais uma vez, se tornar uma pandemia implacável, com consequências desastrosas e de longo alcance". Ao final de suas colocações ele foi aplaudido pelos congressistas e aproveitou para finalizar dizendo: "podemos acabar com este risco".

Na ocasião ele aproveitou para alertar que leis draconianas africanas estavam forçando gays a passar para a clandestinidade, aumentando os riscos que a doença se espalhe ainda mais. Ele solicitou que ações do ocidente fiquem atentas a este problema e que a OMS interfira. Que o alerta, dado a partir de um figura conhecida, fique como um farol amarelo aceso, no caminho da encruzilhada que leva à doença. #Famosos #Música #Curiosidades