O cantor Rafael Ilha, ex-integrante do grupo Polegar, foi preso novamente. Tendo um longo histórico de problemas judiciais, desta vez o artista foi detido por descumprir ordem judicial, de acordo com o programa Cidade Alerta (Rede Record).


Em entrevista concedida à emissora, Rafael afirmou que foi tudo um mal entendido:


"Clonaram a placa do meu carro e vim verificar o que aconteceu e acabei descobrindo que saiu um mandado de prisão de um resgate de uma menina. Eu havia sido condenado para cumprir a pena, mas como mudei de endereço, não recebi a intimação. Foi só uma falta de comunicação."


Segundo o delegado responsável pela prisão, Rafael havia faltado as audiências referentes a um caso de 2012, no qual ele foi acusado de internar uma mulher à força. Então, foi expedido mandado de prisão no regime semi-aberto.


O grupo Polegar estourou nas paradas de sucesso em 1989, quando chegou a vender um milhão de discos, sendo um dos maiores sucessos entre as adolescentes da época. Marcado por seu comportamento rebelde, Rafael Ilha deixou o grupo em 1991 e nunca mais se destacou como artista, apenas pelas polêmicas.


Anos depois, foi preso pela primeira vez em 1998, quando assaltou pessoas em um cruzamento da cidade de São Paulo (SP). No ano seguinte, 1999, ele foi detido por dirigir uma moto em alta velocidade na contramão.


Depois, ele foi detido outras duas vezes por porte de cocaína. Em 2005, o cantor foi preso na cidade paulista de Itapecerica da Serra, acusado de porte ilegal de arma. Em 2008, o artista foi preso novamente, acusado de sequestro, formação de quadrilha e usurpação de função pública.


Após anos sem ocorrências, Rafael Ilha foi detido novamente no ano passado. Em 21 de julho de 2014, ele e sua esposa foram presos em flagrante na Ponte Internacional da Amizade, que marca a fronteira entre Brasil e Paraguai. Segundo a Polícia Federal, ele e sua esposa foram detidos em flagrante com uma espingarda 12 milímetros, munição e uma arma de choque.


Devido aos itens apreendidos, o casal foi acusado de tráfico internacional de armas e pode pegar de quatro a oito anos de prisão. O caso tramita na justiça.
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