Quando tudo parecia calmo, eis que mais uma polêmica promete mexer com os bastidores da #Televisão brasileira. Babilônia, que já na primeira semana foi boicotada pela bancada evangélica do governo, começou a se recuperar na audiência e trazer de volta o público.

No entanto, a polêmica envolvendo o relacionamento homossexual da trama de Estela (Nathália Timberg) e Teresa (Fernanda Montenegro) parece que não vai ter fim tão cedo.

Isso porque o cartunista mais famoso do Brasil, Ziraldo, fez comentários ofensivos à Montenegro e criticou o principal produto da Rede Globo de Televisão. A informação veio à tona nesta segunda-feira, dia quatro de maio e foi destaque dos principais sites especializados em celebridades, como o Natelinha.

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Ziraldo ficou conhecido, entre outros trabalhos, pela criação do personagem Menino Maluquinho.   

O curioso é que os ataques aconteceram quando Ziraldo deu entrevista ao R7, portal de notícias da Record, principal concorrente da TV Globo na atualidade. Na conversa, o cartunista falou sobre seu trabalho e também sobre o tema homossexualidade.  #Entretenimento #Famosos

Para o artista, a TV Globo erra ao achar que está fazendo um serviço, colocando "excessivamente tramas homossexuais em suas novelas". Ziraldo concluiu ainda que Babilônia foi motivo de chacota entre o público e a trama de Teresa e Estela tomou proporções descontroladas. Ele aproveitou a entrevista para criticar a atriz Fernanda Montenegro, considerada o maior nome do teatro e da televisão da dramaturgia brasileira. Até hoje, ela é a única brasileira a concorrer a um Oscar e a ganhar o Emmy internacional de melhor atriz. 


"A Fernanda Montenegro não tem direito de fazer apologia do afeto homossexual com esse personagem em Babilônia. Grandes fãs dela estão estarrecidos com isso e se revoltam com a situação. E mesmo que ela estivesse pensando em ajudar as famílias dos homossexuais, isso não daria resultado. Afinal, qual é a porcentagem de mães de homossexuais/ A novela tem algum dado do quanto isso é efetivo? Talvez gere ainda mais preconceito", finalizou.