Adorado por milhões de fãs no mundo inteiro, Michael Jackson morreu aos 50 anos de idade, no dia 25 de junho de 2009, vítima de parada cardiorrespiratória, em sua casa em Los Angeles (LA), Califórnia.

Segundo autópsia realizada pelo departamento de medicina legal de LA, a morte foi causada por uma overdose de medicamentos, entre os quais um anestésico chamado Propofol. Além de ter sido o responsável pela aplicação das injeções, o médico Conrad Murray, que estava com o cantor, foi acusado de homicídio também pela demora no pedido de socorro.

A investigação

A investigação feita pela polícia, levou à conclusão de que o Dr.

Publicidade
Publicidade

Conrad Murray teria encontrado Michael sem respirar às 11 horas da manhã. O médico fez então várias ligações telefônicas, antes de chamar o socorro, e somente 81 minutos depois ligou para o 911, número de emergência nos Estados Unidos.

O vício

Durante a gravação de um comercial, em 1983, o cantor sofreu sérias queimaduras na cabeça e, desde então, passou a tomar fortes analgésicos. Além disso, usava ansiolíticos e sedativos para combater a insônia. O Dr. Murray relatou em seu depoimento que havia dado um Valium a Michael à uma e meia da madrugada. Como não surtiu efeito, aplicou uma injeção de Lorazepam. Pela manhã, foi dada a dose de Propofol, que teria sido letal.

O talento incontestável

Michael Jackson, batizado de O Rei do Pop, começou a cantar com cinco anos de idade. Dono de uma voz afinadíssima, foi o responsável pelo sucesso da banda Jackson Five, composta por seus irmãos e comandada por seu pai.

Publicidade

Com apenas 12 anos, em 1971, começou uma carreira solo repleta de sucessos. Além de cantor, era compositor, bailarino, arranjador vocal, produtor e empresário, estando à frente de todos os detalhes de seus shows. Cinco de seus álbuns foram os mais vendidos de todos os tempos e Thriller, de 1982, é ainda hoje considerado o maior sucesso de vendas da história da #Música.

Quando morreu, Michael estava ensaiando o espetáculo This is it, que faria em Londres. Lançado depois de sua morte, o álbum deste show que não aconteceu, vendeu mais de três milhões de cópias em todo o mundo.

Hoje, seis anos após sua morte, fãs inconformados prestam homenagens nas redes sociais. Já pela manhã, a hashtag #6YearsWithoutMichaelJackson já era o "top trend" mundial. #Famosos