A apresentadora da Rede Globo de Televisão, Regina Casé, deu uma entrevista polêmica ao jornal 'O Estado de São Paulo'. Em reportagem publicada nesta segunda-feira, 27, a morena falou sobre o 'Esquenta', que tem fama de ser popular demais. A comunicadora ainda disse que de fato seu programa não era muito chique, já que, segundo ela, seria exibido no pior dia e horário da Globo. O 'Esquenta' vai ao ar aos domingos por volta das 13h e tem pouco mais de 1h de duração. 

Regina Casé se defendeu dizendo que traz cultura à #Televisão, já que traz artistas esquecidos da periferia e das favelas, dando assim oportunidade para eles serem conhecidos pelo grande público e também de sua arte ser mais valorizada. "Eu consigo juntar no mesmo programa presidentes da república e cantores de funk, é muito bom poder reunir pessoas tão diferentes no Esquenta. Acho que essa é a missão do programa, misturar as diferentes características dentro da mesma sociedade", disse a apresentadora global ao jornal paulista.  #Entretenimento #Famosos

Um dos assuntos polêmicos abordados na entrevista foi a morte do dançarino DG. O jornal 'O Estado de São Paulo' perguntou sobre o que Regina Casé achava sobre as críticas recebidas pela mãe do rapaz, Maria de Fátima. A senhora deu entrevistas em que chamou a contratada da Globo de mentirosa, falsa e cretina. 


"Não a culpo, a gente não se recuperou ainda, ninguém da equipe. Só consigo ter vontade de perdoá-la, as vezes em momentos difíceis a gente liberta o que de mais ruim tem na gente. Ela sofreu muito, teve muita dor e isso foi exacerbado ainda mais por conta da violência do crime que vitimou o DG", desabafou Regina Casé, que revelou ainda rezar bastante e pedir mais tolerância no mundo. A morena também garantiu que não é pressionada pela emissora em que trabalha. Casé disputa em um momento muito acirrado na TV, brigando ponto a ponto com SBT e Record. "O Esquenta é gravado com muita antecedência, é um programa elaborado. Acredito que se ele fosse ao vivo realmente a gente teria um pouco mais de pressão", explicou a comunicadora.