O Brasil vive uma grave crise econômica e política, mas isso também tem feito muitos ânimos ficarem alterados. Apresentadores, jornalistas e comentaristas tentam encontrar uma solução para que tudo fique melhor, mas as vezes passam do tempo com o modo em que falam isso. Um deles é o escritor e historiador Marco Antonio Villa, conhecido por não gostar muito dos #Governo de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff. Villa também dá uma de apresentador e comentarista no 'Jornal da Cultura', noticioso exibido pela TV Cultura de São Paulo. Além dele, outros nomes tem a função de comentar o cenário político no país, como o advogado e ex deputado federal pelo PT, Airton Soares e o próprio âncora do telejornal, o jornalista Willian Côrrea.

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Os comentaristas vivem quase brigando ao vivo, já que um é a favor e o outro contra o governo de Dilma Rousseff. As brigas, é claro, elevam a audiência do telejornal e isso é bom, em especial em um momento que a TV Cultura vive um momento de crise. Neste domingo, 16, por exemplo, Marco Antonio Villa disse que as manifestações contra Dilma eram positivas. Ele disse que isso era um sinal claro de quem não dá mais para o governo do PT.  Se Villa elogiou o protesto antigoverno, ele repudiou nervosamente a manifestação a favor de Lula e Dilma. O protesto foi realizado no mesmo dia que a grande manifestação da Avenida Paulista, só que em outro local, na Zona Sul de São Paulo.

O comentarista e apresentador disse que quem simpatiza com Lula é cachaceiro. Segundo ele, essas pessoas comparecem frequentemente às festinhas promovidas pela Central Única dos Trabalhadores, a CUT.

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Villa enfatizou que nesses eventos, os aliados a Lula comem churrasco a vontade. "Os cachaceiros que vieram com ônibus pagos pela CUT", disse o historiador em uma das muitas frases polêmicas durante sua participação na TV Cultura. 

O comentarista ainda reclamou de Rodrigo Janot, procurador-geral da República, que estaria dificultando o andamento da abertura do processo de impeachment contra #Dilma Rousseff