O apresentador e jornalista do canal do bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, a TV Record, Paulo Henrique Amorim, mais uma vez foi condenado pela #Justiça. O profissional da mídia já enfrentou diversos processos. Considerado polêmico, o apresentador do 'Domingo Espetacular' teve a última condenação para seu currículo nesta sexta-feira, 28. O jornalista terá que indenizar Ali Kamel, diretor de jornalismo da maior emissora de televisão do país, a Rede Globo de Televisão.

De acordo com informações do site Natelinha em publicação realizada nesta terça-feira, 1º de setembro, Paulo Henrique Amorim foi condenado por ter feito acusações contra Ali Kamel.

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Ele teria dito que o diretor da Rede Globo havia tido uma atitude racista. A declaração de Amorim teria ocorrido quando ele dava uma entrevista ao 'Jornal Unidade', impresso do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo. O bate bapo ganhou as páginas do jornal sindical em abril de 2014. 

Mais de um ano depois, Ali Kamel ganhou um processo que travava contra Paulo Henrique Amorim. O veredito foi dado pela 44ª Vara Cível do Rio de Janeiro. A decisão foi manifestada pela juíza Lindalva Soares da Silva. De acordo com a profissional da justiça, o jornalista teria ferido a honra do diretor da Globo com suas declarações. 

No texto com a decisão, a juíza diz que liberdade de expressão não pode ser confundida com algo que abale os limites de uma convivência civilizada. A magistrada escreveu também que um jornalista não pode gerar situações de constrangimento para outras pessoas por conta de sua opinião, que nesse caso teriam sido desproporcionais, mesmo que essas tenham sido manifestadas em tom de crítica contra Ali Kamel. 

Lindalva Soares da Silva ainda disse em sua decisão que o fato de um cidadão dar declarações independentes não pode causar injúria ou difamação para outras pessoas.

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Essa é a quinta vez que Amorim é condenado em uma ação promovida por Ali Kamel. O site não informou qual foi a pena sofrida por Paulo Henrique Amorim. No entanto, o jornalista da Record ainda pode levar o processo para o Supremo Tribunal Federal, o STF.  #Crime