Neste domingo, primeiro de novembro, a atriz Taís Araújo usou as redes sociais para fazer um desabafo contra o preconceito. Ela alertou que sua página estava sendo invadida por comentários racistas e que estava encaminhando as mensagens para a política federal. O caso será investigado pela polícia civil do Rio de Janeiro, na Delegacia de Repressão aos Crimes da internet, a DRCI. A profissional da dramaturgia e os internautas identificados vão ser chamados para depor em uma data a ser marcada.

O caso teve grande repercussão. #Famosos como o jornalista Felipe Andreoli, a banda Jota Quest e a atriz Luana Piovanni fizeram postagens manifestando força à Taís.

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Nenhum comentário, no entanto, teve tanto peso como o de Maria Júlia Coutinho, jornalista que trabalha como garota do tempo no 'Jornal Nacional', telejornal de maior audiência da #Televisão brasileira. A profissional da mídia também foi vítima de racismo neste ano. À esposa de Lázaro Ramos, ela manifestou sua admiração, dizendo que Taís é muito linda e talentosa. Por fim, usou a mesma frase marcante dita por ela após ser vítima de preconceito em mensagens na internet postadas no perfil do 'Jornal Nacional' no Facebook: "Os cães ladram, mas a caravana passa". 

Os internautas, inclusive, chegaram a usar um hashtag parecida com a do episódio vivida pela popular 'Maju', o #somostodosmaju virou #somostodostaísaraújo. 

Na noite deste domingo, alguns supostos criminosos que fizeram os comentários na página de Taís decidiram postar fotos na internet e pedir desculpa pelos seus atos.

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Como reportamos aqui na Blasting News, não é possível confirmar o nome deles, já que as fotos foram compartilhadas por perfis fakes, tampouco dizer se as imagens são ou não uma montagem. Certo mesmo é que a pessoa que publicou pediu desculpa pelo ocorrido. Basta saber se Taís fará que nem Maria Júlia Coutinho e não vai "esmorecer", conforme a frase dita pela jornalista na edição histórica do 'Jornal Nacional' em que teve um direito de se manifestar sobre o assunto. #Crime