Ele é um dos empresários mais respeitados do mundo da comunicação. Silvio Santos é dono de um verdadeiro império, que vai de produtos de beleza, até à sua rede televisiva, o SBT. Para ficar bem nos negócios, Senor Abravanel evita a todo custo ficar mal com os governos e com isso acabar sofrendo qualquer tipo de represália. E para isso, vale até mesmo a velha censura, que assolou em cheio o Brasil até o meio da década de 80 do século passado. Em forma de brincadeira, Silvio Santos, é claro, falou sobre um assunto sério. Ele não quer que nada, nem ninguém, use o SBT como plataforma política, seja de crítica ou para falar bem das gestões dos governantes, como a de #Dilma Rousseff

Uma das grandes vítimas da censura sempre foram os jornalistas.

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E uma em especial precisou se readequar para manter o seu emprego. A polêmica Rachel Sheherazade constantemente usava os telejornais da empresa de Silvio Santos para dar uma opinião ácida sobre diversas coisas que aconteciam no Brasil e no mundo. Depois de muitos problemas, Rachel precisou não usar mais os editoriais, atendo-se apenas ao teleprompter. A confirmação do que antes era tratado apenas como um boato aconteceu durante a gravação do programa do empresário.

Silvio Santos mais uma vez disse que não queria que sua estação fosse para falar de política e avisou à Rachel Sherezade que se ela não estiver satisfeita, que se demita, e peça emprego na TV Record e na TV Bandeirantes. A profissional da mídia, sem muito o que dizer, acabou apenas tentando levar o caso na brincadeira, até porque ela está desprotegida pela classe.

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Depois de muitos comentários polêmicos, alguns sindicatos dos jornalistas chegaram a fazer notas de repúdio contra Rachel.

Nada apaga o brilho da carreira do empresário e apresentador Silvio Santos. No entanto, é preciso saber separar o joio do trigo. A proibição dos editoriais é um fato no jornalismo da empresa do comunicador. Com isso, quem perde é o público, que pode perder momentos importantes de uma argumentação, mesmo que essa não seja de concordância de quem assiste  #Governo