Que a Netflix está crescendo rapidamente no mercado brasileiro não é novidade; a empresa americana já conta com 4 milhões de assinantes em todo o país e deve crescer ainda mais nos próximos anos. Com preços populares - que variam entre R$19.90 e R$29.90 -, que cabem no bolso do brasileiro, a Netflix vem crescendo muito rápido em nosso país e já ameaça tanto a TV fechada, quanto a aberta.

Com a intensa #Crise econômica em nosso país, a TV paga teve um regresso em 2015. Além disso, a relação entre a Netflix e a TV fechada sempre gera polêmica, já que executivos de alguns canais  pagos alegam que a concorrência é desleal, pois a Netflix não é obrigada a produzir conteúdo brasileiro e nem pagar imposto, tornando a concorrência injusta.

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Inclusive, muitos executivos já chegaram a manifestar sua insatisfação com a empresa, que não é regida pelo mesmo órgão que rege a TV paga.

O fato é que, beneficiada por alguns fatores, a Netflix superou em 2015 o lucro do SBT, que segundo os mais otimistas seria de 850 milhões. Com 1,1 bilhão de reais, a empresa deixou para trás #SBT, Band e RedeTV!. Se continuar crescendo assim, a emissora pode superar a Rede Record nos próximos anos, já que o faturamento da emissora está na casa dos 2 bilhões de reais.

O fato é que, na contra mão das concorrentes que registraram queda em faturamento e crescimento em 2015, a Netflix só cresceu, e deve crescer ainda mais nos próximos dias. Diferente das emissoras comuns, que exibem comercial nos seus intervalos, a empresa oferece para o público justamente a possibilidade de fugir dos famigerados comerciais, além do telespectador ter o poder de escolher o que quer assistir, e na hora que quer assistir.

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Aliado a isso existe o preço, que é bem mais barato que da TV paga e as produções, que são de ótima qualidade. Recentemente inclusive a Netflix conseguiu um acordo com a Record e disponibilizou a novela "Os Dez Mandamentos" para seus assinantes.

Vale ressaltar que, em 2015 todas as emissoras brasileiras registraram queda no faturamento. Um prejuízo tão grande que, somado, ultrapassa o faturamento do SBT. E em 2016, com a crise econômica se agravando, mesmo com as Olimpíadas, as emissoras esperam um crescimento zero, ou seja, apenas continuar como está.