Susana Vieira decidiu passar por cima de uma regra interna da Rede Globo de Televisão nesta segunda-feira, 07, quando postou em uma rede social um vídeo fazendo um protesto contra a corrupção e pedindo os brasileiros que se unam em uma grande manifestação que acontecerá no dia 13 de março. Nesta data, haverá em todo o país atos pró-impeachment contra a presidência da república #Dilma Rousseff, além do pedido de investigação contra Luiz Inácio Lula da Silva. "E Você, vai deixar o Brasil ir para o buraco?", pergunta a atriz, que é acompanhada de outras celebridades, como Malvino Salvador, Marcelo Serrado, Márcio Garcia, Juliano Cazarré, Juliana Paes e Evandro Mesquita. 

De acordo com a jornalista Keila Jimenez, em matéria publicada nesta terça-feira, 08, existe sim uma norma interna da Globo que proíbe que seus contratados, especialmente os que estão no ar, manifestem suas opiniões políticas e convoquem a população para ir às ruas.

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A emissora negou esse tipo de especulação diversas vezes, dizendo que seus funcionários são livres e que o Brasil é um país democrático. No entanto, internamente o vídeo pegou mal. A Globo não quer ficar taxada de ser contra ou a favor de qualquer político ou legenda. Por mais até que tenha um direcionamento político, a emissora quer ser vista como um veículo de credibilidade e isento em seu jornalismo. 

Susana Vieira pode agora passar por um puxão de orelha, o qual um amigo dela, o apresentador Fausto Silva, já está acostumado. Faustão já disse em entrevistas que é um comunicador e que, portanto, tem o dever de dizer o que pensa, mas nem sempre foi assim. Ele já recebeu até punições judiciais por levar um candidato em seu programa. Isso sem falar nas chamadas, que aconteceram até mesmo ao vivo. 

Apesar de consagrada, a atriz deve passar pelo mesmo movimento, mas fontes ligadas à ela dizem não ligar e que ela não falou expressamente que é contra político A ou B, mas sim fez um manifesto contra corrupção, assunto que todos os brasileiros estão interessados.

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Vamos acompanhar, né?  #Famosos #Governo