Afrânio fica irado ao descobrir que Cícero descumpriu suas ordens e decidiu matar Santo por conta própria. Então o coronel humilha o filho de Clemente com todo o requinte de crueldade que o Saruê aprendeu ao longo dos anos. Segundo a colunista do grupo O Globo, tudo começa quando o jagunço recebe a missão de botar fogo na cooperativa dos agricultores. O funcionário invade o local, destrói tudo o que vê pela frente - conforme o combinado - mas resolve que sua ação não deve parar por ali.

Assim, pouco tempo depois, Piedade aparece na fazenda de Afrânio e afirma que o coronel mandou matar seu filho Santo. A matriarca está irada pelo Saruê tentar eliminar mais um membro de sua família e decide enfrentar o manda-chuva de uma vez por todas.

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Por fim, Piedade acaba conseguindo um acordo de trégua na guerra entre as famílias, mas o pai de Tereza não deixa as acusações passarem em branco.

A primeira reação de Afrânio é procurar Cícero, mas o funcionário não está mais na fazenda. Então ele pede a Doninha que mande o filho ao escritório assim que localizá-lo. Enquanto espera, o coronel chama o filho de Clemente de "incompetente" e "maldito", pois ele só deveria ter colocado fogo na cooperativa e não ter causado tantos problemas. Antes mesmo da raiva do Saruê passar, Ciço aparece...

Assim que vê o funcionário, Afrânio despeja sua ira. "Quem manda aqui sou eu. Tá me ouvindo: sou eu! Serviçal obedece!", inicia o coronel. Ciente de que fez o que não devia, Cícero escuta calado seu patrão dizer que jagunço não tem permissão para pensar e que a ordem de queimar documentos da cooperativa tinha sido muito clara.

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"Não tinha nada que fazer sebaça na cidade nem ir atrás de caçar infeliz nenhum", continua o coronel, chamado o capanga de 'imbecil'.

Cícero mente para se justificar e explica que Santo tinha visto a ação dos jagunços na cooperativa. Então Afrânio reafirma que nada lhe daria o direito de tomar decisões por conta própria. "Quando eu quiser o infeliz morto, faço eu mesmo o serviço ou ordeno alguém competente pra fazer!", afirma o Saruê. Em seguida, o coronel começa a pegar pesado e chama Ciço de "cabra burro e metido a valente".

Para arrematar a humilhação, Afrânio deixa claro que Cícero só está em sua fazenda em respeito a seu pai. "Mas você não é e nem nunca será uma sombra do que ele foi!", destaca o coronel. Essa é a gota d'água para o jagunço, que responde ao patrão garantindo que pode ir embora. Daí o Saruê pondera e conclui que a tentativa de matar Santo serve para assustar seus concorrentes. Por fim, ele pede que Ciço desapareça por uns tempos. #Novelas #Conectados #Velho Chico