O estado de saúde mental da apresentadora da TV Record, Ana Hickmann, não é nada bom. A loira, que sofreu um atentado e ficou na mira de um revólver calibre 38 no último sábado está passando por diversas avaliações psiquiátricas para avaliar as marcas deixadas por um dos momentos mais aterrorizantes de sua vida. Ana deu uma entrevista para o programa Domingo Espetacular no último domingo, já no dia seguinte ao ocorrido, e se emocionou bastante ao lado do repórter que a entrevistou.

A moça ficou nervosa ao lembrar os detalhes da tarde anterior, que levou à morte de seu fã, Rodrigo Augusto de Pádua, que declarou ter um amor obsessivo pela apresentadora.

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Após desarmar o bandido, que atirou contra a loira e acertou em sua cunhada e assessora de imprensa, Giovana Oliveira, o cunhado dela, Gustavo Correa, desferiu três tiros contra o assassino, que faleceu minutos depois.

A novidade é que Ana Hickmann pediu para que o caso não vá para frente e quer o arquivamento do processo de legítima defesa contra Rodrigo. 

O advogado que representa Ana Hickmann e seu cunhado, revelou para um site de notícias de que a família torce para o arquivamento do atentado. Segundo o advogado da família, eles esperam que o Ministério Público entenda que a morte de Rodrigo aconteceu por legítima defesa.

Uma tarde de terror

Segundo o delegado da Delegacia de Homocídios de Belo Horizonte, Flávio Grossi, a mira do revólver estava direcionada apenas para Ana Hickmann, que seria morta na ocasião.

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Se não fosse a ação rápida de Gustavo, provavelmente os três seriam assassinados no local. Até o momento, Giovana Oliveira segue internada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Rodrigo era morador da cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais. Ele tinha 30 anos e está sendo investigado. Segundo a própria apresentadora, o criminoso foi identificado por sua equipe de imprensa por ter um comportamento "estranho", enviando mensagens pornográficas e ofensivas. Ela fez o pedido para que ele fosse bloqueado. Rodrigo foi sepultado no último dia 23, segunda-feira, no Cemitério Municipal de Juiz de Fora.

O delegado esclareceu ainda que o revólver de Rodrigo, que tinha a numeração raspada, possuía cinco balas inseridas e mais cinco estavam no bolso do morto.

Grossi declarou ainda que não tem dúvidas de que o atentado é fruto de uma obsessão pela apresentadora: "Está mais do que sedimentada a motivação do #Crime". #Famosos #Rede Record