Na noite deste sábado, 21, o Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DIHPP) em Belo Horizonte, Minas Gerais, ouviu os primeiros depoimentos sobre a morte do fã atirador da apresentadora Ana Hickmann, da TV Record. Aos 30 anos, desempregado, Rodrigo Augusto de Pádua tinha uma fixação doentia pela famosa. Ele nutria o amor por sua ídola em diversas redes sociais. Até mesmo fotos íntimas eram publicadas falando sobre supostas relações sexuais, que nunca aconteceram com a apresentadora. Ao chegar ao hotel, Rodrigo imobilizou Gustavo Correa, irmão do marido de Ana. Ele disse que era amante da famosa. O mesmo Gustavo, horas deros, já com a mulher atingida, Giovana Oliveira, foi quem deu três tiros na cabela de Rodrigo. 

— Ele agiu em defesa da Ana Hickmann e da esposa - explicou o delegado que está a frente do caso em entrevista ao jornal 'O Globo' publicada neste domingo, 22.

Publicidade
Publicidade

De acordo com o profissional das leis, o #Crime foi premeditado e levado por motivo doentio. "Não há outra motivação aparente que não esse fanatismo", explicou o delegado. Giovana foi atingida no momento em que o marido e o atirador faziam uma luta corporal. Ela levou um tiro no braço e outro no abdômen. A assessora passou por uma cirurgia de emergência em um hospital perto do hotel de luxo onde tudo aconteceu e as primeiras informações dão conta de que seu estado de saúde é bom. Antes da luta corporal, o atirador, com a arma nas mãos colocou todos de costas e deitados na cama. Ele teria tentado matar Ana Hickmann duas vezes.

Ao sair da delegacia, a apresentadora estava completamente abatida e não quis falar com jornalistas. Coube a seu marido, Alexandre, realizar essa missão. Ele disse que só profissionais médicos seriam capazes de dizer como estava a cabeça dela e do irmão neste momento tão difícil.

Publicidade

Alexandre deixou o filho do casal em São Paulo e veio às pressas para Belo Horizonte encontrar com a esposa, que passou por verdadeiros momentos de terror. O empresário disse que eles não acreditavam na maldade dessa forma.  #É Manchete!