Neste domingo, 29, o apresentador Silvio Santos voltou a fazer comentários sobre a atual crise política e econômica que passa o Brasil. Em seu programa no #SBT, ele lembrou do passado como candidato e manifestou, mesmo que de brincadeira, o desejo de ser presidente da república. "Vou ser candidato a presidente de novo. Mas já vou avisando que vou ser um ditador! Aí vou colocar o país na linha", disse o 'Homem do Baú', levando a plateia ao delírio.

Em 1988, #Silvio Santos chegou a usar o número 26 para tentar o pleito eleitoral, mas desistiu de governar o país devido a problemas na legenda que ele escolheu e nas polêmicas que sua candidatura gerou.

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Ele também chegou a ameaçar se candidatar à Prefeitura de São Paulo, mas a pedidos da esposa Íris Abravanel e das filhas, ele acabou também desistindo. Recentemente, o apresentador polemizou com alguns de seus contratados, dizendo que o SBT não era uma rede de TV de política, mas sim de entretenimento.

Os comentários foram direcionados especialmente a Danilo Gentili e à jornalista Rachel Sheherazade. A última não faz mais comentários políticos durante sua participação na bancada do 'SBT Brasil'. Ela também decidiu deixar um programa em uma rádio de São Paulo. Já com Danilo Gentili, Silvio Santos não teve tanto sucesso. Na televisão e nas redes sociais, o contratado continua a opinar sobre a política nacional, especialmente quando é para falar mal da presidente afastada Dilma Rousseff e da legenda que a elegeu, o Partido dos Trabalhadores (PT). 

No dia 17 de abril, Silvio Santos proibiu o jornalismo de parar completamente a programação para mostrar a votação do impeachment contra Dilma.

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Em 1992, ele havia autorizado a interrupção na saída de Fernando Collor de Mello do governo. Em compensação, Senor Abravanel exibiu o primeiro discurso do presidente em exercício Michel Temer. Esse foi realizado na quinta-feira, 12 de abril. Curiosamente, semanas depois de não exibir a votação de impeachment, Silvio recebeu uma condecoração do governo federal.