Após denunciar o cantor MC Biel para a polícia por assédio sexual, a repórter do portal do IG, que sofreu o abuso, foi demitida. O caso ganhou repercussão em todo o país e Biel teve que pedir desculpas por meio de vídeo em seu canal do Youtube, após ter sido "massacrado" pela imprensa, por feministas e também por #Famosos da internet, como ator e produtor de conteúdo, Felipe Neto. O cantor também perdeu contratos importantes e foi desconvidado da Corrida da Tocha Olímpica e do Domingão do Faustão. Com a demissão da comunicadora, muitas pessoas se revoltaram na internet e pediram explicações ao site, pois estão acreditando que a intenção do IG é culpabilizar a vítima.

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Depois do assédio, que aconteceu no dia 6 de junho e foi comentado por meio de uma notícia publicada pelo IG, dias depois, esclarecendo o ocorrido e lembrando que foi tudo gravado em vídeo e áudio, a jornalista tirou "licença" para se recuperar. Biel teria a chamado de "gostosinha" e dito que, se tivesse oportunidade a "quebraria ao meio". O cantor também teve uma conversa ao telefone com um conhecido e disse que a repórter era "c*zona". Contudo, diversos portais já informam que a jornalista do site foi demitida. O nome dela não foi divulgado para preservar sua privacidade e integridade. A notícia foi divulgada ontem, sexta-feira (17). Muitas pessoas já estão mandando mensagens para o portal, exigindo explicações, indenização por danos morais, uma possível recontratação e até um pedido de desculpas à profissional.

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Leia abaixo alguns dos tweets enviados por internautas. Um deles diz que ela saiu chorando da redação:

Até mesmo na página do Facebook do portal IG sofreu "ataques" pelos defensores da jornalista assediada. Muitas notícias estão sendo comentadas, exigindo retratação do site.

"Nossa IG. Na hora de bater recorde de uvs, vocês usam a história da repórter. Quando o babado começa a esfriar, vocês a demitem, esquecendo que ela estava trabalhando quando sofreu o assédio. Claro que não sabemos a situação interna da redação de vocês, mas, definitivamente, não pegou bem", escreveu uma internauta.

Já Patrícia Moraes, a editora-executiva do site que assinou a matéria denunciando o assédio sexual sofrido pela jornalista disse, na época em que ocorreu, para o site Ego que deu "licença" para a profissional, pois ela não estava se sentindo emocionalmente estável para trabalhar. #Crime #Casos de polícia