A #Violência contra a mulher não é nenhuma novidade no nosso país, atingindo todas as classes sociais. Infelizmente, vários casos são mostrados na mídia todos os dias. Agressões físicas e psicológicas que causam traumas que serão carregados para o resto da vida, ou até mesmo a morte das vitimas.

A modelo e atriz Luiza Brunet informou através de uma nota que sofreu agressões psicológicas e físicas pelo seu ex-marido, Lírio Albino Parisotto. "Dei publicidade ao caso para que outras mulheres vítimas de violência tomem coragem e não se calem. Afirmo que não agredi ninguém e fui vítima de uma agressão covarde. A verdade prevalecerá".

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O empresário Lírio Parisotto nega as acusações e lamenta que esteja sendo distorcido o que aconteceu na intimidade do casal e tudo será esclarecido nas esferas legais.

No entanto, nesta terça-feira (28), o Ministério Público do Estado de São Paulo decretou medida protetiva proibindo Parisotto de se aproximar de Luiza Brunet. De acordo com o MP, a atriz registrou a ocorrência no GEVID - Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica. Carlos Bruno Gaya da Costa, promotor incumbido pela investigação, encaminhou a vítima ao Instituto Médico Legal para realização do exame de corpo de delito.

Segundo Luiza Brunet, ela foi agredida pelo seu ex-marido no dia 21 de maio. O casal estava nos Estados Unidos, na cidade de Nova Iorque. A atriz teve várias costelas quebradas, além de ter levado chutes e socos.

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Luiza prestou queixa no Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica (GEVID), onde informou que foi vítima de agressão doméstica, no dia 23 de junho.

Exames de corpo de delito foram solicitados pelo promotor responsável pela investigação do caso, Carlos Bruno Gaya da Costa. O processo irá transcorrer em segredo judicial.

Violência Doméstica

O episódio foi enquadrado na lei Maria da Penha. Pedro Egberto da Fonseca Neto, advogado de Luiza, informou que Parisotto vai ser citado pela Justiça de São Paulo e responderá pelos seus atos judicialmente.

A lei Maria da Penha foi criada para ajudar na luta contra a violência doméstica, buscando mecanismos para inibir e punir a agressão física e psicológica sofrida por várias mulheres.

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