A novela da suposta agressão sofrida pela ex-modelo e atriz Luiza Brunet continua. Ela alega que foi agredida pelo empresário bilionário Lírio Parisotto. Ele nega a informação dada pela profissional da dramaturgia. Nesta quarta-feira, 20, o jornalista Lauro Jardim, do jornal 'O Globo', trouxe novos detalhes sobre o processo contra o empresário. Lírio decidiu contra-atacar e tentar "provar" que não cometeu qualquer #Crime. A violência doméstica teria ocorrido durante a passagem do casal pelo estado de Nova York, no Estados Unidos. Brunet procurou o Ministério Público do estado de São Paulo, onde revelou que foi chutada e levou socos no olho. Ela teria ficado com quatro costelas quebradas. 

Os advogados de Lírio, no entanto, garantem que Brunet está a propagar na imprensa uma grande farsa.

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O bilionário contratou o criminalista Celso Vilardi, que tentará desmontar a versão do Ministério Público. Uma das provas que serão utilizadas pelos advogados mostra Luiza Brunet em dos carrinhos do Projac, na TV Globo. Ela parece bem e feliz, não tendo qualquer roxidão no rosto, como alegou por meio de uma foto. A imagem foi publicada no dia 24 de maio, três dias depois da suposta briga que gerou a denúncia da modelo. No processo contra o empresário, especialistas garantem que a atriz pode ganhar valores milionários, chegando a cifras de R$ 100 milhões. 

A imagem mostra mais um dos dias de gravação de Luiza Brunet em 'Velho Chico'. Villardi disse a Lauro Jardim que a atriz que acusa seu cliente está de óculos claros, o que demonstra que ela sequer se preocupou com uma possível roxidão no rosto.

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A defesa ainda questiona se ela realmente teria quebrado costelas na briga. Isso porque ela teria dito inicialmente que quebrou uma costela, mas depois apresentou um laudo do Instituto Médico Legal (IML), que atesta que ela quebrou quatro costelas. 

Para a defesa de Brunet, o que o bilionário tenta fazer é reverter a decisão. A atriz ainda teria dito que não quer o dinheiro de seu ex, mas não retirou o processo por danos morais.  #Investigação Criminal