A vida imita a arte? Nem sempre! Muitos #Seriados, filmes e livros tomaram a realidade como tema. E ao que tudo leva a crer, a série de sucesso Stranger Things, produção original Netflix, também se baseou em um caso real. 

A trama gira em torno de um garoto preso em uma dimensão paralela, uma garota com incríveis poderes psíquicos, uma criatura que parece ser de outro mundo e uma base do governo dos Estados Unidos, responsável pelos experimentos que desencadeiam os principais acontecimentos. 

Pode parecer loucura, mas este enredo é extremamente parecido com o que foi descrito pelo engenheiro elétrico, parapsicólogo e escritor Preston Nichols, no que ele chamou de The Montauk Project, ou Projeto Montauk, em tradução livre.

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The Montauk Project: a realidade por trás de Stranger Things

O The Montauk Project envolvem diversos projetos do governo dos Estados Unidos, que foram realizados de maneira secreta em uma Estação da Força Aérea chamada Camp Hero, em Montauk , Long Island. Assim como na produção da Netflix, os experimentos tinham como objetivo desenvolver técnicas de psíquicas, como o controle da mente, materialização de objetos e teletransporte.

Preston Nichols afirma que conseguiu “recuperar memórias reprimidas de seu envolvimento no projeto” na década de 1980. Ele descreveu o que vivenciou em uma série de livros chamada The Montauk Project: Experiments in Time, escrito por ele, com co-autoria de Peter Moon.

Além das experiências psíquicas, o projeto também incluiu viagem no tempo, teletransporte, dimensões paralelas e contato com vida alienígena.

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Também é afirmado por Nichols que em 1983 "um buraco foi rasgado no espaço-tempo". Muito parecido com a fenda que o xerife Jim Hopper (David Harbour) encontra no laboratório de Hawkins.

Eletricidade, ondas de rádio e poderes paranormais

A interação da energia elétrica, como quando Joyce Byers (Winona Ryder) usa lâmpadas para se comunicar com Will Bayers (Noah Schnapp), ou quando Eleven (Millie Brown) consegue captar ondas de rádio, é muito semelhante ao que supostamente ocorreu no The Montauk Project. Segundo essa teoria, a experiência governamental também envolveu “criar” humanos com poderes paranormais.    

Não bastasse isso, Nichols afirma que o projeto contou com a ajuda de Nikola Tesla (10 de julho de 1856 - 7 de janeiro de 1943).  Sim, o grande inventor e engenheiro elétrico, considerado o pai da eletricidade e descobridor da possibilidade de comunicação utilizando ondas de radiofrequência! 

De acordo com Nichols, a morte de Tesla foi falsificada, e ele era o principal diretor de operações na base de Camp Hero.

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O escritor também revela que os experimentos do Projeto Montauk chegaram ao fim por volta de 1984, quando todos os equipamentos e evidências foram retirados da base. 

Mais uma conspiração? Ou uma verdade escondida?

 Apesar do detalhismo de seus relatos, Nichols é tratado no meio acadêmico como um escritor de ficção e #Entretenimento, assim como Erich von Däniken, autor de Eram os Deuses Astronautas. Porém, isso não impede que milhares de pessoas ao redor do mundo acreditem que seu livro descreve fatos reais, que estão sendo escondidos pelo governo dos EUA do restante da população mundial até os dias de hoje.

Um dos fatos a colaborarem com a teoria de Preston Nichols é o relato do russo Enrico Chekov. Quando desertou para os Estados Unidos em 1988, ele afirmou que a vigilância por satélite russa havia capturado uma grande “bolha do espaço-tempo” na região de Montauk, Long Island.

Essa bolha seria a evidência da fenda que se abriu para uma dimensão paralela. Chekov partilhou as fotografias desse registro com repórter do The New York Times, mas uma das #Curiosidades é que depois desse relato se tornar público, sua casa foi invadida e todas as fotos que possuía foram levadas. 

E você, acredita que algo muito parecido com Stranger Things pode ter ocorrido na vida real? Sendo verdadeira ou não, a narração de Preston Nichols é surpreendente!