Um grande número de pessoas lembra-se do presidente democrata dos Estados Unidos Bill Clinton, antecessor de George Walker Bush, inclusive os mais jovens. Não só porque ele foi o presidente da nação mais poderosa da terra ou porque ele eventualmente aparece vez ou outra no seriado em desenho animado dos Simpsons, mas principalmente porque ele protagonizou, junto com a sua estagiária na Casa Branca, um escândalo sexual de proporções mundiais. 

Enfim, o homem mais poderoso do globo e, consequentemente dos Estados Unidos, mantinha um relacionamento afetivo-sexual secreto com a secretária Monica Lewinsky, que naquela ocasião tinha 22 anos de idade.

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Lewinsky representava a típica garota norte-americana, que no ano de 1995 teve êxito em se graduar no Lewis & Clark College e, após ter o seu currículo analisado, foi contratada para trabalhar diretamente como uma espécie de estagiária na Casa Branca, durante o 1.º mandato de Clinton. Posteriormente, foi empregada no gabinete para assuntos legislativos da própria Casa Branca. 

Nesse meio tempo em que trabalhava no interior da sede do poder nos #EUA, ela e Clinton iniciaram uma tórrida relação, que acabou gerando boatos, comentários e capítulos indiscretos da vida íntima dos dois personagens, não só dentro das fronteiras daquele país, mas com extrapolações em nível mundial. 

Durante o seu relacionamento com o presidente Bill Clinton, Mônica cometeu o deslize de confiar tais segredos íntimos a uma amiga e companheira de trabalho no então departamento de defesa norte-americano, Linda Tripp. Ssem que Lewinsky suspeitasse, acabou gravando as conversas telefônicas entre ambas. Obviamente, Clinton negou veementemente o ocorrido através de uma coletiva de imprensa para falar basicamente dessa acusação que vinha sofrendo, mas teve que se retratar em público, tão logo o conteúdo das gravações se tornou de conhecimento da sociedade em geral.

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Monica chegou a concordar que poderia ter conquistado uma fábula em dinheiro com um segredo tão “estratégico” como esse. Mas a confissão do que realmente aconteceu acabou sendo a coisa certa que ela fez, reitera a própria Monica. 

Agora que está com 43 anos, a ex-estagiária da Casa Branca conseguiu superar anos difíceis, que passou desempregada, e no momento está apresentando programas televisivos no seu país, que podem ser considerados os típicos “reality shows” enlatados dos Estados Unidos. Tire você mesmo as suas conclusões sobre Mônica Lewinsky e diga se ela está melhor ou pior agora do que antes. #Televisão #Crime